COMUNICADO IMPORTANTE


Informo que a Autora do Blog faleceu em 16 de Abril de 2023, e, por conta disso, este espaço não será mais atualizado, e também não haverá aprovação de novos comentários.

quinta-feira, 14 de abril de 2022

... Relatos emocionantes sobre JESUS ...






 Recordar a Paixão de JESUS,
 é um gesto de amor.
Só lembrando os sofrimentos de JESUS
é que podemos sentir realmente
o que significa SEU amor por nós.

 JESUS querido,
sabemos que o SENHOR viveu e morreu,
nos ensinando e nos mostrando o caminho
que deveríamos seguir para alcançar a salvação.
Pedimos -TE, força e coragem
para  não sairmos do caminho da verdade
que nos leva ao PAI.
E que saibamos a cada dia,
mergulhar profundamente em TUAS verdades
e sairmos deste mergulho
com nossa fé fortalecida e aumentada. 

♱ 





♱ ♱ 


Os relatos dessa postagem são de dois médicos.

Um médico italiano
  Dr.Pierluigi Baima Bollone
e
um médico francês
 Dr. Pierre Barbet 



Dr.Pierluigi Baima Bollone

 Os evangelhos não possuem apenas um valor teológico, 
mas ao narrar a paixão de JESUS,
fornecem dados para "um verdadeiro boletim médico",
que nos permite  reconstruir em termos clínicos,
as últimas horas da vida DELE.
 É esta a tese que o Professor Pierluigi Baima Bollone,
diretor do Instituto de Medicina Legal
da Universidade de Torino - Itália, relata em seu  livro,
"Os últimos dias de Cristo".
 Em uma entrevista ao cotidiano "Avvenire",
 Baima Bollone, explica  ter lido diversas vezes
os relatos dos evangelhos,
 (em especial o de Lucas, que era médico)
para poder reconstruir os sofrimentos de JESUS,
que vai da noite escura no Jardim do Getsemani
até SUA morte na cruz,
afirmando que
"o estudo médico legal
é completamente a favor do relato bíblico
e historico dos evangelhos".
O especialista torinense 
reconstruiu a ficha clínica de JESUS,
que desde menino
teve um "desenvolvimento normal e harmônico",
como demonstra as longas viagens 
que fazia junto aos seus pais,
e que ao retornar a Jerusalém, adulto,
"tinha uma boa saúde, mas estava um pouco magro",
e de fato os fariseus o confundiam
como alguém que tivesse 50 anos.
No horto do Getsemani, afirma Prof. Baima Bollone,
JESUS manifesta alguns dos 16 sintomas típicos
da "síndrome do pânico",
que "não indica apenas um simples estado de medo,
mas um profundo resultado de vários sofrimentos".
Ao suor, junta-se o desejo de fugir, o medo de morrer,
a queda por terra e a angustia, que por fim,
se transformam em suor de gotas de sangue,
das quais falam os evangelhos,
tudo isto perfeitamente explicável pela medicina
como um total trabalho neurovegetativo.
Portanto diante de Caifás, 
a reação de JESUS, quando diz,
"tu dizes" em resposta as perguntas do sumo sacerdote,
demonstra, segundo Baima Bollone,
como o interrogado
 "sob forte stress, tende a declarar a sua visão dos fatos,
para reabilitar-se das falsas acusações
e recuperar o senso de auto estima".
A este stress psicológico se somam às torturas físicas,
os extenuantes interrogatórios, as pancadas dos soldados,
a violência das 39 flagelações e o arrancar das vestes,
que segundo o estudioso italiano,
"deve ter provocado o mesmo efeito
de quando se arranca com violência,
um curativo de uma ferimento ainda aberto".
Quanto a causa final da morte de JESUS, 
Baima Bollone,
pensa que tenha sido provavelmente
"asfixia, complicada por ataque cardíaco terminal,
e trombose coronária"
ocorridas depois de poucas horas sobre a cruz,
 pois "JESUS se encontrava fraco,
devido as torturas recebidas".
Todos estes dados são perfeitamente compatíveis
com o que se lê nos evangelhos.

Sobre o Santo Sudário, o Dr. Pierluigi Baima Bollone,  
quando ainda era uma criança,
ficava empolgado quando ouvia falar dele. 
Ele não imaginava que uma comissão de especialistas 
haveria de levantar a hipótese 
da presença de traços de soro no Santo Lenço 
e que ele seria o primeiro patologista capaz de analisá-los. 
Foi em 1978, 
avaliando uma dúzia de fios tirados do Sudário 
e uma micro crosta de frações de milímetros
 extraída por uma equipe de cientistas suíços.
“Assim descobri que se tratava de sangue humano. 
Depois, com a ajuda de alguns especialistas em DNA, 
eu pude identificar algumas de suas características”, 
disse o professor em entrevista ao site Vatican Insider. 
“Eu era um jovem médico forense 
que se interessava por micro vestígios. 
O Pe. Coero-Borga me perguntou 
se eu conseguiria esclarecer se as manchas do Santo Sudário
 eram verdadeiramente de sangue”, conta ele.

O médico aceitou o desafio e analisou as amostras 
com microscópio ótico, depois com um eletrônico 
e assim chegou à maravilhosa descoberta.

“Foi um momento que jamais poderei esquecer. 
Estava com outros médicos patologistas 
na biblioteca do Palácio Real, 
que tinha as janelas bloqueadas com sacolas negras 
que tínhamos posto. 
O Sudário estava estendido sobre uma grande mesa,
 iluminado por uma luz rasante 
com uma inclinação de 45 graus 
para retirar os fragmentos de pano, 
e nos sentávamos um por vez sobre um cavalete. 
Quando foi a minha vez, 
tive a impressão de que a imagem virava um corpo. 
Era como se eu a visse em três dimensões, 
e pensei que meus olhos estivessem aprontando comigo”.

Desde então, 
os estudos do prof. Bollone
 sobre o Sudário nunca cessaram.
“Com a ajuda de Grazia Mattutino, 
uma das mais importantes criminologistas, 
meus estudos estão indo para frente. 
Há certo tempo, 
conseguimos individuar partículas de ouro e de prata 
que devem ter pertencido ao relicário 
que continha o Santo Sudário 
durante o incêndio acontecido em Chambéry em 1532.
 O Santo Sudário, para mim, 
é mais do que um simples objeto de estudo. 
Além de contribuir para a minha formação humana, 
ele condicionou positivamente 
toda a minha atividade profissional posterior. 
Minha educação e meu senso da espiritualidade 
não têm nada a ver com as minhas convicções 
sobre o Santo Sudário. 
Por motivos racionais e científicos, 
estou convencido de que o Lençol de que estamos falando
 é o próprio que envolveu JESUS CRISTO há dois mil anos. 
Eu diria isto ainda que fosse ateu. 
E, entre os pesquisadores 
que acreditam na autenticidade do Santo Sudário, 
encontram-se numerosos judeus, protestantes e agnósticos”.
Diante de alguém que diz ser uma falsificação, 
o Prof. Bollone explica que respeitaria a sua convicção, 
mas “lhe diria que está enganado, 
enunciando-lhe detalhadamente todas as razões 
que postulam sua absoluta veracidade”.
“Até porque, pelo cálculo de probabilidades, 
a chance de o Santo Sudário ser falso 
é de 1 em 225 bilhões”.




Dr. Pierre Barbet 

Boletim Médico das últimas horas de JESUS,
em um relato feito por um grande estudioso francês,
o médico Dr. Barbet,
dando a possibilidade de compreender realmente
as dores de JESUS durante a sua paixão.
"Eu sou um cirurgião, e dou aulas há algum tempo.
Por treze anos vivi em companhia de cadáveres
e durante a minha carreira estudei a fundo anatomia.
Posso portanto escrever sem presunção."
 JESUS entrou em agonia no Getsemani 
(escreve o evangelista Lucas ), 
quando orava mais intensamente.
 "E seu suor tornou-se como gotas de sangue
 a escorrer pela terra".
O único evangelista que relata o fato é um médico, Lucas .
E o faz com a precisão de um clínico.
O suar sangue, ou "hematidrose", 
é um fenômeno raríssimo.
Se produz em condições excepcionais.
Para provocá-lo é necessário uma fraqueza física,
acompanhada de um abatimento moral violento 
causado por uma profunda emoção, 
por um grande medo.
O terror, o susto,
a angústia terrível de sentir-se carregando
todos os pecados dos homens 
devem ter esmagado JESUS.
Tal tensão extrema 
produziu o rompimento das finíssimas veias capilares 
que estão sob as glândulas sudoríparas,
o sangue se misturou ao suor e se concentrou sobre a pele,
e então escorreu por todo o corpo até a terra.  


 Conhecemos a farsa
do processo preparado pelo Sinédrio hebraico,
 
o envio de JESUS a Pilatos
e o desempate entre o procurador romano e Herodes.

Pilatos cede, e então ordena a flagelação de JESUS.
Os soldados despojam JESUS
e o prendem pelo pulso a uma coluna do pátio.
A flagelação se efetua com tiras de couro múltiplas
sobre as quais são fixadas
bolinhas de chumbo e de pequenos ossos.
Os carrascos devem ter sido dois, um de cada lado,
e de diferente estatura.
Golpeiam com chibatadas a pele,
 já alterada por milhões de microscópicas hemorragias
do suor de sangue.
A pele se dilacera e se rompe, o sangue espirra.
A cada golpe JESUS reage em um sobressalto de dor.
As forças se esvaem; um suor frio lhe impregna a fronte,
a cabeça gira em uma vertigem de náusea,
calafrios lhe correm ao longo das costas.
Se não estivesse preso no alto pelos pulsos,
cairia em uma poça de sangue.

 Depois o escárnio da coroação.
Com longos espinhos, mais duros que aqueles da acácia,
os algozes entrelaçam uma espécie de capacete
 e o aplicam sobre a cabeça.
Os espinhos penetram no couro cabeludo 
fazendo-o sangrar.
(os cirurgiões sabem o quanto sangra o couro cabeludo).


 Pilatos, depois de ter mostrado aquele homem dilacerado
à multidão feroz, o entrega para ser crucificado.
Colocam sobre os ombros de JESUS
o grande braço horizontal da Cruz, 
que pesava uns cinqüenta quilos.
A estaca vertical já estava no  Calvário.
JESUS caminha com os pés descalços
pelas ruas de terreno irregular, cheias de pedregulhos.
Os soldados o puxam com as cordas.
O percurso, é de cerca de 600 metros.
JESUS, fatigado, arrasta um pé após o outro,
freqüentemente cai sobre os joelhos.
E os ombros de JESUS estão cobertos de chagas.
Quando ELE cai por terra, a viga lhe escapa, escorrega,
e lhe esfola o dorso.  


 Sobre o Calvário tem início a crucificação.
Os carrascos despojam o condenado,
mas a sua túnica está colada nas chagas e tirá-la é atroz.
Alguma vez vocês tiraram uma atadura de gaze
de uma grande chaga?
Não sofreram vocês mesmos esta experiência,
que muitas vezes precisa de anestesia?
Podem agora vos dar conta do que se trata.
Cada fio de tecido adere à carne viva,
ao levarem a túnica, se laceram as terminações nervosas
 postas em descoberto pelas chagas.
Os carrascos dão um puxão violento.
Como aquela dor atroz não provoca uma síncope?  
O sangue começa a escorrer.
JESUS é deitado de costas,
as suas chagas se incrustam de pedregulhos.
Depositam-NO sobre o braço horizontal da cruz.

Os algozes tomam as medidas.
 Com uma broca,
é feito um furo na madeira
para facilitar a penetração dos pregos, horrível suplício!
Os carrascos pegam um prego
(um longo prego pontudo e quadrado),
o apoiam sobre o pulso de JESUS,
com um golpe certeiro de martelo
o plantam e o rebatem sobre a madeira.
JESUS deve ter contraído o rosto assustadoramente.
No mesmo instante o seu dedo polegar,
com um movimento violento
se posicionou opostamente na palma da mão,
o nervo mediano foi lesado.

 Pode-se imaginar aquilo que JESUS deve ter provado,
uma dor lancinante, agudíssima, que se difundiu pelos dedos,
e espalhou-se, como uma língua de fogo,
 pelos ombros, lhe atingindo o cérebro.
Uma dor mais insuportável que um homem possa provar,
ou seja, aquela produzida pela lesão
dos grandes troncos nervosos.
De sólido provoca uma síncope e faz perder a consciência.
Em JESUS não.
Pelo menos se o nervo tivesse sido cortado!
Ao contrário (constata-se experimentalmente com freqüência)
o nervo foi destruído só em parte.
A lesão do tronco nervoso permanece em contato com o prego. 
Quando o corpo for suspenso na cruz,
o nervo se esticará fortemente
como uma corda de violino esticada sobre a cravelha.
A cada solavanco, a cada movimento,
vibrará despertando dores dilacerantes.
Um suplício que durará três horas.
 O carrasco e seu ajudante empunham a extremidade da trava. 
Elevam JESUS, colocando-O primeiro sentado e depois em pé, consequentemente fazendo-O tombar para trás,
O encostam na estaca vertical.
Depois rapidamente encaixam o braço horizontal da cruz
sobre a estaca vertical.
Os ombros da vítima esfregaram dolorosamente
sobre a madeira áspera.
As pontas cortantes da grande coroa de espinhos
o laceraram o crânio.
A pobre cabeça de JESUS inclinou-se para frente,
uma vez que a espessura do capacete
O impedia de apoiar-se na madeira.
Cada vez que o mártir levanta a cabeça,
recomeçam pontadas agudíssimas.

Pregam-lhe os pés.


Ao meio-dia JESUS tem sede.
Não bebeu desde a tarde anterior.
As feições são impressas, o vulto é uma máscara de sangue.
 A boca está semi-aberta e o lábio inferior começa a pender.
A garganta, seca, lhe queima, mas ele não pode engolir.
Tem sede.
Um soldado lhe estende sobre a ponta de uma vara,
uma esponja embebida em bebida ácida,
em uso entre os militares.
Tudo aquilo é uma tortura atroz.
Um estranho fenômeno se produz no corpo de JESUS.
Os músculos dos braços se enrijecem em uma contração
que vai se acentuando,
os deltóides, os bíceps esticados e levantados,
os dedos se curvam.
Se diria um ferido atingido de tétano,
 presa de uma horrível crise que não se pode descrever.
A isto que os médicos chamam tetania,
quando os sintomas se generalizam.
Os músculos do abdômen se enrijecem em ondas imóveis,
em seguida aqueles entre as costelas, os do pescoço,
e os respiratórios.
A respiração se faz, pouco a pouco mais curta.
O ar entra com um sibilo, mas não consegue mais sair.
JESUS respira com o ápice dos pulmões.
Tem sede de ar, como um asmático em plena crise.
Seu rosto pálido pouco a pouco se torna vermelho,
depois se transforma num violeta purpúreo
 e enfim em cianítico.

JESUS atingido pela asfixia, sufoca.
Os pulmões cheios de ar não podem mais esvaziar-se.
A fronte está impregnada de suor, os olhos saem fora de órbita.
Que dores atrozes devem ter martelado o seu crânio!
Mas o que acontece?
Lentamente com um esforço sobre-humano,
JESUS tomou um ponto de apoio sobre o prego dos pés.
 Esforçando-se a pequenos golpes,
se eleva aliviando a tração dos braços.
Os músculos do tórax se distendem.
A respiração se torna mais ampla e profunda,
os pulmões se esvaziam e o rosto recupera a palidez inicial.
Porque este esforço?
Porque JESUS quer falar:
"PAI, perdoa-lhes porque não sabem o que fazem".
 Logo em seguida o corpo começa afrouxar-se de novo,
e a asfixia recomeça.
Foram transmitidas sete frases pronunciadas por ELE na cruz.
Cada vez que quer falar,
deverá elevar-SE tendo como apoio o prego dos pés,
inimaginável!
Enxames de moscas, grandes moscas verdes e azuis,
zunem ao redor do seu corpo, irritam sobre o seu rosto,
mas ELE não pode enxotá-las.
Pouco depois o céu escurece, o sol se esconde:
de repente a temperatura se abaixa.
Logo serão três da tarde.
JESUS luta sempre, de vez em quando se eleva para respirar.
A asfixia periódica do infeliz que está destroçado.
Uma tortura que dura três horas.
Todas as SUAS dores, a sede, as cãibras, a asfixia,
o latejar dos nervos medianos, lhe arrancaram um lamento:
"Meu DEUS, meu DEUS, porque me abandonastes?".
JESUS grita: "Tudo está consumado!".
Em seguida num grande brado disse:
"PAI, nas tuas mãos entrego o meu espírito".
E morre... 






quarta-feira, 13 de abril de 2022

... Sexta Feira Santa ...


                                      
Na Bíblia Sagrada 
vemos no Evangelho de João cap.8, vrs.32, 
 as palavras de JESUS ... 
...e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.

Cresci ouvindo falar 
da carne vermelha durante a quaresma 
e assim cresci. 
Até que um dia em uma homília num Domingo da Ressurreiçao 
ouvi um padre dizer que o rico podia comprar bacalhau, 
pois o preço nessa época já era altíssimo,
 e o pobre comia ovo em respeito a JESUS.
Mas se o pobre não podia comprar bacalhau, 
que comprasse a carne que estivesse de acordo com seu orçamento. Nesse dia sai da missa com muitos questionamentos.

 O hábito de evitar comer carnes 
de animais de sangue quente como o boi, porco e frango,
durante a quaresma fez com que o consumo de peixes 
aumentasse significativamente nessa época do ano e,
 em especial, na sexta-feira da paixão.

 No período da Quaresma, 
durante 500 anos era seguido à risca 
o preceito de não se comer carne na quarta-feira de Cinzas 
e em nenhuma sexta-feira nos 40 dias até a Páscoa.
A sentença  do Vaticano pregava à abstinência de se ingerir                carne todos os dias da Quaresma. 
Que concluía com uma semana inteirinha dedicada a guardar contritamente a dor sofrida por JESUS CRISTO, 
com orações, mortificação e silêncio.

Houve tempos em que isso
era  levado a ferro e, principalmente, fogo.
Por sorte, hoje não é tanto assim.
Hoje já ouvimos o Papa Francisco, 
liberando a carne vermelha para ser consumida 
por ocasião da Quaresma.
 
Mas nem todos sabem como surgiu esta prática 
de guardar o estômago para os prazeres oriundos do mar
 ou das afamadas receitas portuguesas 
quando o assunto é bacalhau.
É certo que não há, nas sagradas escrituras, 
nenhuma norma ou referência que regulamente 
o consumo de peixes nesta época do ano. 
Da mesma forma como é fácil compreender 
a jogada comercial que motivou a prática.

Na virada do século XV para o XVI, o Vaticano financiava 
boa parte das grandes expedições marítimas. 
Para tanto associou-se a vários reis e rainhas católicos, 
em particular da Espanha e Portugal. 
Nos novos continentes descobertos, 
seu quinhão estava assegurado, 
a peso de muito ouro e enormes propriedades.
É nesta época que, de repente, a Igreja cisma de decretar que, 
em reconhecimento ao sofrimento de CRISTO, 
os fiéis não poderiam consumir carnes “quentes” ou “vermelhas” durante a Quaresma.
O que nem todos sabiam é que o Vaticano, 
na verdade, era proprietário da maior frota bacalhoeira, 
caravelas para a pesca do bacalhau que levavam os “dóris”, 
barcos a remo nos quais os pescadores se lançavam ao mar 
para a pesca, nos mares da Noruega.
Seus armazéns ficavam abarrotados e era preciso escoar regularmente a mercadoria antes do vencimento 
dos prazos de validade, afinal, peixe salgado também estraga,
 porque o sal se desfaz a baixas temperaturas durante o inverno.
Assim, visando a maximizar seus lucros, 
espertamente os padres proibiram 
o consumo de outros tipos de carne durante a Quaresma.  
As vendas de bacalhau explodiram, 
já que o alimento era apreciado nas camadas populares europeias, sobretudo portuguesas, por ser nutritivo e barato.

Os ricos e nobres continuaram a comer seus faisões.

Não por acaso há uma expressão em Portugal 
referente às visitas inesperadas e de baixa condição social,
 que batem à porta em horário próximo do almoço. 
Quando se pergunta o que servir como alimento, 
o dono da casa ou anfitrião costuma dizer: 
“Para quem é, bacalhau basta”.

E assim, durante séculos, até a Segunda Guerra Mundial, 
o bacalhau foi comida de pobre, mesmo no Brasil, 
cujo consumo massivo se deu após a chegada da corte portuguesa.
 Comer bacalhau é sempre saborear um "manjar dos deuses". 
É a manha da tradição culinária sedimentada na corte, 
com as bênçãos da Igreja Católica.
Para sorte do nosso paladar, 
agora nem adianta mais reclamar ao bispo 
pelo que fizeram seus  predecessores de batina.


terça-feira, 12 de abril de 2022

... Para descontrair ...


As maravilhas da matemática. 

Se pegarmos o número de nosso sapato 
e acrescentarmos a ele dois zeros 00,
e depois subtrair desse número o ano em que nascemos,
e ao resultado somarmos o ano em que estamos 2022,
obteremos um resultado surpreendente.

O resultado será o número do sapato 
e a idade que você já tem ou terá nesse ano.

Exemplo
 



domingo, 10 de abril de 2022

... Domingo de Ramos ...



JESUS encontrava-se em Betânia,
e alguns dias antes da solene festa da Páscoa, 
JESUS vai para Jerusalém.
Em Jerusalém é que vai acontecer
 o que chamamos de Entrada Triunfal de JESUS.
Esperavam ansiosos a JESUS,
acreditando que ELE iria acabar 
com o domínio romano.

JESUS sempre andava a pé,
 por todos lugares que ia.
E por que para entrar em Jerusalém dessa vez
 ele escolheu ir montado num jumento,
ao invés de ir a pé ou montado num cavalo?
A humildade é a resposta.

Cavalos eram usados pelos guerreiros, 
nos conflitos, 
e o jumento é um animal pacato
 que está sempre pronto a servir aos seus senhores.

E assim se deu o início da  história de um REI
 que veio como um servo humilde
montado em um jumento, 
e não em um cavalo pomposo,
 sem vestes reais,
 mas em roupas simples.

 JESUS não veio para conquistar pela força
 como os reis terrenos,
 mas pelo amor, paz, misericórdia 
e seu próprio sacrifício.
 O seu não é um reino de exércitos e esplendor, 
mas de humildade e servidão. 
ELE não conquista nações, mas corações e mentes.
 A sua mensagem é de paz com DEUS,
 não de paz temporal.

Chegando a Jerusalém, 
JESUS é recebido com glórias de um rei.
Crianças, adultos, anciãos correm até ELE,
 para O aclamar.

Os sacerdotes judeus vendo aquilo, 
ficam injuriados, com inveja.
Reunem-se com os fariseus e expõem a idéia que tinham 
de matar AQUELE homem que só o bem realizava.
Preocupados dizem, 
que se ELE continuar fazendo esses prodígios,
 todos vão acreditar NELE,
 e virão os romanos e destruirão a nossa nação.

E com isso dá-se o início 
de todo martírio de JESUS.

A essa entrada triunfal de JESUS em Jerusalém 
chamamos de Domingo de Ramos.



A você visitante e a todos os seus 
desejamos que seja uma semana verdadeiramente Santa, 
com recolhimento, meditações, respeito e muita Luz.





sexta-feira, 8 de abril de 2022

... Nanometrinho novo ...


Quando vou escrever sobre o Nanometrinho, 
meu filho é o meu crítico mais acirrado.
Segundo ele, sou simpatizante do vírus, que torço por ele.
Não vou negar que tenho carinho e simpatia por ele,
pois ele não é o vilão da história.
Nós e nosso comportamento 
é que dão a ele espaço para se expandir.

O Nanometrinho ouviu lá do outro lado do mar,
que aqui no Brasil em abril, teria carnaval.
Ele prontamente pegou uma fantasia chamada de XE,
e veio para o Brasil.


・:,。☆゚・:,。

Brincadeiras a parte, pois o assunto é sério.

Uma recombinação do Nanometrinho 
ocorre quando um indivíduo é infectado 
com duas ou mais variantes ao mesmo tempo, 
resultando em uma mistura de seu material genético 
dentro do corpo do hospedeiro.

Depois do surgimento da Deltacron, 
mistura entre a Delta e a Ômicron, 
uma nova recombinação genética apareceu. 
Embora ainda sejam necessários mais estudos sobre a descoberta,
 a Organização Mundial da Saúde (OMS) 
afirma que a subvariante conhecida como XE 
(recombinante da BA.1 e BA.2 da Ômicron) 
pode ser mais infecciosa 
dentre todas as versões já identificadas 
do novo coronavírus até o momento. 
Especialistas consultados acreditam que novas cepas 
e recombinações poderão surgir.

Desde que foi descoberta no Reino Unido, 
em meados de janeiro, 
mais de 700 casos já foram associados ao recombinante, 
segundo autoridades britânicas. 
Embora no Brasil a situação tenha se estabilizado, 
China, Reino Unido, Alemanha e França, por exemplo, 
voltaram a registrar aumento de infecções 
causadas pela Ômicron e subvariantes.

O que é a subvariante XE?
A subvariante XE é um recombinante 
que mistura materiais genéticos da BA.1, cepa original da Ômicron 
e da BA.2, uma subvariante da Ômicron. 
Ou seja, uma pessoa pode ser infectada simultaneamente 
por duas sublinhagens de uma mesma variante.
 A situação também pode acontecer sendo duas cepas diferentes, 
como foi o caso da Deltacron.

Desde que foi detectada pela primeira vez no Reino Unido 
em 19 de janeiro, as autoridades de saúde britânicas 
detectaram mais de 700 casos da subvariante XE
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), 
os primeiros testes mostraram que poderia ser mais transmissível. Especialistas tentam agora estabelecer se ela é mais contagiosa 
ou se provoca sintomas mais graves 
do que outras variantes ou subvariantes.

De acordo com as últimas estatísticas 
divulgadas pela Agência de Segurança da Saúde do Reino Unido (UKHSA), 
foram detectados 763 casos da Ômicron XE 
no Reino Unido até 22 de março.
O país tem registrado aumento de infecções, 
sendo a maioria no sul e sudeste da Inglaterra, 
assim como em Londres.
No começo de abril 
o país já apresentou um elevado número da doença, 
segundo o Instituto Nacional de Estatística (ONS), 
e as autoridades relacionam esse aumento 
ao relaxamento das restrições para conter a pandemia.

Acredita-se que a maioria das variantes e subvariantes 
deixarão de existir de forma relativamente rápida.
Pois nesse esforço de se recombinarem, 
acredita-se que a tendência é acontecer 
um enfraquecemimento do Nanometrinho.
Mas como ele continua sendo um mistério,
pode acontecer de eclodir um Nanometrinho catastrófico.
 
Este recombinante XE 
tem apresentado taxa de crescimento variável. 
 Até agora não há evidências suficientes 
para se tirar conclusões sobre a transmissibilidade, 
gravidade ou eficácia da vacina.
Ainda não há dados sobre a efetividade das vacinas atuais 
na proteção contra a subvariante XE.

- 08 de abril de 2022 -
Foi identificado 
o caso de mais uma variante do Nanometrinho no Brasil. 
O Instituto Butantan informou 
que encontrou uma pessoa infectada com a subvariante 
denominada XE, 
que mistura duas variantes da Ômicron.
Isso foi confirmado pelo Ministério da Saúde, 
que divulgou nota 
anunciando que recebeu a notificação do Instituto Butantan.

Até agora não tinha colocado nenhuma foto do Nanometrinho 
aqui no Bloguinho.
Mas hoje fiquei surpreendida 
de ver como ele está totalmente diferente da sua matriz.


quinta-feira, 7 de abril de 2022

... "Uma história" triste ...

 
 



A Guerra do Vietnã ou Vietname, 
também conhecida como segunda Guerra Indochina,
chamada no Vietnã de Guerra de Resistência contra a América 
ou simplesmente Guerra Americana,
foi um grande conflito armado 
que aconteceu no Vietnã, Laos e Camboja 
de 1º de novembro de 1955,
até a queda de Saigon em 30 de abril de 1975. 
Foi a segunda das Guerras da Indochina 
e oficialmente travada entre o Vietnã do Norte 
e o governo do Vietnã do Sul.
O exército norte-vietnamita 
era apoiado pela União Soviética, China, 
e outros aliados comunistas, 
enquanto os sul-vietnamistas 
eram apoiados pelos Estados Unidos, Coréia do Sul,
 Austrália, Tailândia e outras nações anti-comunistas.

・:,。☆゚・:,。

Esta história muito triste é de um soldado 
que finalmente estava voltando para casa, 
após a terrível guerra do Vietnã. 
Ele ligou para seus pais em São Francisco, e lhes disse: 
- Mãe, que bom ouvir sua voz. 
Como está meu pai? 
Estou voltando para casa, mas tenho um favor a lhes pedir.
- Claro meu filho, peça o que quiser. 
-Eu tenho um amigo que gostaria de levar comigo.
- Claro meu filho, nós vamos gostar de conhecê-lo. 
- Entretanto, há algo que vocês precisam saber.
Ele foi terrivelmente ferido na última batalha, 
pois pisou em uma mina e perdeu um braço e uma perna.
Ele não tem para onde ir, 
e por isso quero que ele fique morando conosco. 
- Eu sinto muito em ouvir isso filho, 
nós talvez possamos ajudá-lo 
a encontrar um lugar onde possa morar e viver tranquilamente.
- Não mamãe, eu quero que ele more conosco.
A mãe então fala com o pai o que está acontecendo. 
O pai pega o telefone e fala com o filho:
- Filho você não sabe o que está nos pedindo. 
Alguém com tanta dificuldade, seria um grande fardo para nós. 
Nós temos nossa vida e não podemos deixar 
que uma coisa como esta interfira no nosso modo de viver.
Volte logo para casa meu filho, 
estamos ansiosos por abraçá-lo, e deixe esse rapaz. 
Ele encontrará uma maneira de viver por si mesmo.
Neste momento o filho desligou o telefone. 
Os pais não ouviram mais nenhuma palavra dele. 
Alguns dias depois, eles receberam um telefonema 
da polícia de São Francisco. 
O filho deles havia morrido depois de ter caído de um prédio. 
A polícia acreditava ter sido suicídio. 
Os pais angustiados foram para o local,  
e levados para o necrotério, para identificarem o corpo do filho.
Eles o reconheceram, 
e num desespero sem tamanho, 
descobriram algo que desconheciam.
O filho deles não tinha um braço e uma perna.

・:,。☆゚・:,。

E assim acontece em nossa vida.
É fácil acolher, amar o bonito.
Mas não gostamos da inutilidade, 
das pessoas que de algum modo nos incomodam.
 
Nesta história cabe bem o ditado que diz:
Se eu soubesse, nunca vem antes, só depois.



sábado, 2 de abril de 2022

... Mensagem diaria ...

 


Do livro ... A Arte da Guerra de Sun Tzu (544 a.C. – 496 a.C.),
 general, estrategista e filósofo chinês.

A habilidade de alcançar a vitória, 
mudando e adaptando-se de acordo com o inimigo 
é chamada de genialidade.
Assim como outros animais, 
um indivíduo somente sobrevive 
quando se adapta a um ambiente. 
Isso inclui as pessoas, 
o movimento do local e as tendências dali. 
É uma forma não apenas de se antecipar, 
mas também fazer inclusões ou exclusões
 para se dar bem naquele local.