COMUNICADO IMPORTANTE


Informo que a Autora do Blog faleceu em 16 de Abril de 2023, e, por conta disso, este espaço não será mais atualizado, e também não haverá aprovação de novos comentários.

terça-feira, 15 de fevereiro de 2022

... Precognição ...


Precognição 

Encontramos as vezes pessoas que acham 
que Precognição e Premonição sejam a mesma coisa.
Mas na realidade são duas habilidades entre as quais
 uma diferença fundamental existe entre os dois conceitos.
São termos usados em estudos psíquicos 
e que fazem parte da clarividência.
Tanto a precognição quanto a premonição 
lidam com eventos que ainda não ocorreram.
A premonição está ligada a emoções 
e um sentimento de que algo está para acontecer.
E a precognição se refere a uma visão 
que alguém tenha durante um estado de sonho.
 É uma sensação mais profunda de conhecimento 
que se estende além do reino emocional. 

 A precognição está associada aos sonhos, 
portanto, principalmente durante a noite.
Precognição do latim pre-cognitio, 
é uma percepção extra-sensorial 
na qual o indivíduo sente, percebe, vê,
 uma informação sobre um  evento
 antes dele acontecer no futuro.


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Citaremos alguns casos de precognição, 
que até são conhecidos.

O navio Titanic,
(foto de quando ele saia de Southaampton) 
na época considerado "o indestrutível”, 
saiu de Southampton 
 (a maior cidade portuária da costa sul do Reino Unido),
 em 10 de abril de 1912, e naufragou entre 14 e 15 do mesmo mês.

 A senhora Alberta Cadwell, passageira da primeira classe, 
quando embarcou no Titanic, perguntou a um marinheiro
 se era verdade que o navio não podia mesmo afundar.
O marinheiro respondeu:
- Minha senhora, nem DEUS pode afundar esse navio.

O sr. John Connon Midletton, homem de negócios londrino, 
reservou passagem no transatlântico em 23 de março de 1912. 
Cerca de dez dias antes da viagem, 
Connon sonhou que a embarcação flutuava 
com a quilha para cima e, ao seu redor, 
se encontravam passageiros e tripulação, nadando no mar. 
Embora não costumasse se lembrar de seus sonhos, 
não o contou a ninguém, para não assustar. 
No dia seguinte, teve o mesmo sonho novamente. 
Uma semana antes da partida, 
ele contou o sonho para sua esposa e vários amigos, 
e cancelou a reserva, evitando assim ser vítima da tragédia.

O Sr. John Connon tinha documentos 
que comprovavam a reserva e o cancelamento da viagem. 
Sua esposa e três amigos enviaram seu testemunho escrito 
à Sociedade de Pesquisas Psíquicas de Londres, 
confirmando que o sonho lhes foi relatado 
antes da partida do Titanic. 
Pelo menos dez pessoas tiveram experiência de precognição 
relativas ao naufrágio do Titanic.

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Pesquisas realizadas em Londres, Estados Unidos, 
Alemanha e Brasil também mostram 
que a maior parte das precognições espontâneas 
ocorrem durante o sonho. 
Os sonhos precognitivos são geralmente vívidos.
 O sonhador os percebe de modo realista, 
como algo acontecido na vigília, 
diferente da maioria dos sonhos comuns.

O conhecimento direto do futuro 
é o mais intrigante dentre os fenômenos paranormais.

Se pararmos para pensar um pouco, 
parece absurdo que a precognição exista. 
É como se tivéssemos consciência ou memória do futuro. 
 É algo verdadeiramente muito estranho.

 Não é à toa que alguns autodenominados céticos
 insistam em negar sua existência. 
Diante de casos espontâneos, por mais espetaculares que sejam, 
a interpretação é sempre a mesma:
 afirmam ser o acaso ou coincidência.

Os casos espontâneos de precognição,
 assim como outros eventos relacionados 
à fenomenologia parapsicológica, 
têm muita importância para o experimentador, 
pois é a partir da natureza 
e de características do evento espontâneo 
que os experimentos de laboratório vão ser criados. 
Os casos espontâneos são a razão da existência 
dos experimentos parapsicológicos e, ao mesmo tempo, 
inspiram os experimentos.

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Gerard Croiset, 
foi um parapsicólogo , psicometrista e vidente holandês .
* 10/03/1909  -  + 20/07/1980
Croiset nasceu em Laren , Holanda do Norte.  
Ele relatou que começou a tomar consciência de seus dons 
quando jovem trabalhando para um relojoeiro, 
e que em uma ocasião ele segurou um objeto 
pertencente ao seu empregador 
e viu eventos que relatou ao seu empregador,
 e este confirmou que eram precisos.

Em 1952, o dr. Wilhelm H. C. Tenhaeff (1894-1981),
 na época professor de parapsicologia na Universidade de Utrecht, 
fez 150 experiências qualitativas com Gerard Croiset, 
usando o método da “cadeira vazia”. 
O número de acertos foi grande, e alguns são impressionantes.

Em 17 de janeiro de 1952, num salão no qual deveria se realizar uma reunião no dia 20 (portanto, três dias depois), 
foi escolhida aleatoriamente a cadeira de número 18,
 e se perguntou a Croiset quem iria sentar-se naquele lugar. 
Depois de alguns instantes, 
Croiset disse que não recebia qualquer impressão, 
e pediu que lhe fosse indicada outra cadeira. 
O dr. Tanhaeff assim o fez, 
e Croiset afirmou que nessa outra cadeira 
se sentaria uma senhora com cicatrizes no rosto, 
conseqüência de um acidente automobilístico 
durante uma temporada na Itália. 
Mencionou ainda que havia alguma coisa 
que relacionava a senhora com a “sonata ao luar”
 (sonata al chiaro di luna).

No dia 20 de janeiro, verificou-se que, 
dos 28 convidados para a reunião, só compareceram 27,
 e que precisamente o assento 18 ficou desocupado. 
No outro lugar que havia sido indicado por Croiset 
sentou-se a esposa de um médico. 
Ela tinha cicatrizes na face,
 resultantes de um acidente automobilístico durante férias na Itália. Posteriormente, o marido afirmou que, de fato,
 a “sonata ao luar” incomodava muito a senhora, 
porque se associava a uma questão íntima da vida dela.

Croiset também foi testado pelo dr. Hans Bender(1907-1991), 
na época professor de parapsicologia da Universidade de Freiburg. 
Em certa ocasião, 
ele propiciou um exemplo de precognição em duas etapas. 
Uma cadeira foi escolhida, e Croisset disse: 
- a senhora que se sentará nesta cadeira fraturou um braço,
 porque quando acompanhava o enterro de um amigo 
caiu na sepultura. 
No dia da reunião, verificou-se que a mulher que se sentou na cadeira não havia fraturado o braço. 
Aparentemente, a previsão foi um fracasso. 
No entanto, o fracasso durou apenas quatro dias, 
pois a senhora foi ao enterro de um amigo, 
caiu na sepultura e quebrou o braço.

Croiset apresentava precognição espontânea com certa freqüência. 
Em fins da Segunda Guerra Mundial, 
na cidade de Utrecht, ao sul de Amsterdã, na Holanda, 
Albert Plesman, diretor-fundador das linhas aéreas KLM 
e herói do ar em seu país, conversava com Gerard Croiset. 
Em certo momento, Croiset disse com voz sombria e trêmula: 
- seu filho vai morrer ao cruzar a fronteira franco-belga. 
Alguns meses depois, Plesman recebeu a notícia de que seu filho, 
Jan Plesman, aviador da Real Força Aérea Britânica, 
tombara exatamente como previu Croiset.

Cinco anos mais tarde, a 21 de junho de 1949, 
Croiset procurou o professor Tenhaeff 
para lhe declarar com estupefação e horror: 
- acabo de ver uma coisa horrível! 
Vi que o segundo filho do Sr. Plesman 
vai morrer em um acidente de aviação. 
Dois dias depois, o diretor da KLM recebia, consternado, 
a notícia de que o avião pilotado por Hans Plesman 
se despedaçara misteriosamente 
sobre uma campina em Bari, na Itália. 
O piloto faleceu no acidente.


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Na Argentina, o dr. J. Ricardo Musso (1917-1989),
 realizou experiências similares de “cadeira vazia”, 
testando o percipiente Conrado Castiglione. 
Foram 45 tentativas, com êxito em 37.

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As Pesquisas de visão remota foram iniciadas em 1973,
 no Stanford Research Institute (SRI), 
coordenadas pelos doutores Russell Targ e Harold Puthoff.

Num dos testes, com uma senhora chamada Hella Hammid, 
o lugar para o qual o experimentador se dirigiu 
estava situado a cerca de dez quilômetros do laboratório.
 Tratava-se de um balanço de metal preto e de forma triangular,
 num parque para crianças. 
Antes do alvo ser escolhido, portanto antes do experimentador 
se dirigir ao local, pois ainda nem sabia 
a que local deveria se dirigir, Hella iniciou o teste. 
Ela repetiu diversas vezes 
que o foco principal de atenção no lugar 
era “um triângulo negro 
no qual Hal (o experimentador que, no futuro, iria para o local)
 de certo modo entrava ou encostava. 
O triângulo era maior que um homem, 
e ela ouvia um rangido esganiçado ‘scuic, scuic’,
soando regularmente de segundo em segundo.
 A correspondência 
entre a descrição e o alvo é impressionantemente grande. 
O balanço rangia.
 Parece que Hella, além de ver o local, pôde "ouvir o futuro".
 

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Os relatos sobre eventos envolvendo precognição 
estão presentes em todos os povos, em todas as épocas. 
Atualmente, a precognição vem sendo estudada 
por cientistas de todo o mundo,
 com a realização de experimentos importantes 
que apresentam evidências cientificas do fenômeno.




quinta-feira, 10 de fevereiro de 2022

... Reflexão ...



                                        


                                      Gilson Castilho

Valorize quem valoriza você

Se você tem na sua vida alguém que não lhe procura 
é porque ela não sente a sua falta.
 Se essa pessoa não sente a sua falta, 
naturalmente ela não ama você.
É claro que é você mesmo quem escolhe quem entra na sua vida, 
mas você também decide quem fica nela.
Portanto não chore, a verdade dói só uma vez,
 já a mentira dói cada vez que você se lembra dela.
Por esse motivo valorize quem lhe dá real valor.
Não trate como prioridade, quem lhe trata como opção.
Valorize quem valoriza você.
Se você viver atrás de quem não valoriza a sua presença, provavelmente irá sentir sua própria ausência.
Perdemos a identidade ao perder nossa vida
 atrás de quem não nos merece.
Perder tempo valorizando alguém que não ama você 
é gostar de sofrer.
Ninguém vai gostar de você por dó, ou por insistência,
porque o amor ele vem naturalmente, 
assim como deveria ser o amor-próprio.
Mas se hoje você tem alguém 
que sabe dar o valor que você merece,
 então ame e valorize essa pessoa.
Faça isso antes que você sinta necessidade 
de amar e valorizar quem você tinha.
Valorize quem valoriza você.

 



quarta-feira, 9 de fevereiro de 2022

... " Coisa " ...






Texto de Francicarlos Diniz
(jornalista e escritor, pós-graduado em Comunicação pela USP)

A palavra "coisa" é um bombril do idioma. 
Tem mil e uma utilidades.  
É aquele tipo de termo-muleta ao qual recorremos 
sempre que nos faltam palavras para exprimir uma ideia.
"Coisas" do português.

Gramaticalmente, "coisa" pode ser substantivo, adjetivo, advérbio. Também pode ser verbo: 
o Houaiss (dicionário) registra a forma "coisificar".

 E no Nordeste há "coisar": 
Ô, seu "coisinha", você já "coisou" aquela coisa 
que eu mandei você "coisar"?
Na Paraíba e em Pernambuco,
 "coisa" também é cigarro de maconha.
Em Olinda, o bloco carnavalesco Segura a Coisa 
tem um baseado como símbolo em seu estandarte. 
Alceu Valença canta: 
Segura a "coisa" com muito cuidado / Que eu chego já."
Já em Minas Gerais ,
 todas as coisas são chamadas de trem
 (menos o trem, que lá é chamado de "coisa").
 A mãe está com a filha na estação, o trem se aproxima e ela diz: "Minha filha, pega os trens que lá vem a "coisa"!.
E no Rio de Janeiro? 
Olha que "coisa" mais linda, mais cheia de graça...
A garota de Ipanema era coisa de fechar o trânsito! 
Mas se ela voltar, se ela voltar, que "coisa" linda, que "coisa" louca.  Coisas de Jobim e de Vinicius, que sabiam das coisas.
 
Coisa não tem sexo: pode ser masculino ou feminino.
Coisa-ruim é o capeta. 
Coisa boa é a Juliana Paes. Nunca vi coisa assim!
Coisa também não tem tamanho.
Na boca dos exagerados, 
"coisa nenhuma" vira um monte de coisas...
 
Mas a "coisa" tem história mesmo é na MPB.  
No II Festival da Música Popular Brasileira, em 1966, 
a coisa estava na letra das duas vencedoras: 
Disparada, de Geraldo Vandré: 
Prepare seu coração pras "coisas" que eu vou contar..., 
e A Banda, de Chico Buarque:
 pra ver a banda passar, cantando "coisas" de amor...
 Naquele ano do festival, no entanto, 
a coisa tava preta (ou melhor, verde-oliva). 
E a turma da Jovem Guarda não tava nem aí com as coisas: 
“coisa" linda, "coisa" que eu adoro!
 
Para Maria Bethânia, 
o diminutivo de coisa é uma questão de quantidade afinal, 
são tantas "coisinhas" miúdas.  
E esse papo já tá qualquer "coisa".
 Já qualquer "coisa" doida dentro mexe...
Essa coisa doida é um trecho da música 
"Qualquer Coisa", de Caetano, que também canta: 
alguma "coisa" está fora da ordem! 
e o famoso hino a São Paulo:
 "alguma coisa acontece no meu coração"!
 
Por essas e por outras, 
é preciso colocar cada coisa no devido lugar.
Uma coisa de cada vez, é claro, afinal,
 uma coisa é uma coisa; outra coisa é outra coisa.  
E tal e coisa, e coisa e tal.
 
Um cara cheio de coisas é o indivíduo chato, 
pleno de não-me-toques.
Já uma cara cheio das coisas, vive dando risada.
 Gente fina é outra coisa.

Para o pobre, a coisa está sempre feia:
o salário-mínimo não dá pra coisa nenhuma. 
A coisa pública não funciona no Brasil.
 Político, quando está na oposição, é uma coisa, 
mas, quando assume o poder, a coisa muda de figura.
Quando elege seu candidato de confiança, o eleitor pensa: 
Agora a "coisa" vai... Coisa nenhuma! A coisa fica na mesma. 
Uma coisa é falar; outra é fazer. 
Coisa feia! O eleitor já está cheio dessas coisas!
 
Se as pessoas foram feitas para serem amadas, 
e as coisas, para serem usadas,
 por que então nós amamos tanto as coisas 
e usamos tanto as pessoas?
 
Bote uma coisa na cabeça:
 as melhores coisas da vida não são coisas. 
Há coisas que o dinheiro não compra: 
paz, saúde, alegria e outras coisitas mais.
 
Mas, deixemos de "coisa", cuidemos da vida, 
senão chega a morte, ou "coisa" parecida...
 
Por isso, faça a coisa certa 
e não esqueça o grande mandamento:
"Amarás a DEUS sobre todas as coisas". 


  

terça-feira, 8 de fevereiro de 2022

... Para descontrair ...




Logo abaixo temos as respostas, 
se for o caso de ter que consultar.

1 - Em que país,
Rubens Barrichello venceu sua primeira corrida de fórmula 1?
    
a - Canadá
b - Itália
c - Japão
d - Alemanha

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2 - O que é uma Epístola?
a - carta
b - filme
c - desenho
d - música

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3 - A dendrologia é o estudo cientíco dos:
a - moluscos
b - satélites 
c - caracóis
d - árvores

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4 - Silvicultura é o estudo de:
a - serpentes
b - raposas
c - florestas
d - sereias

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5 - Qual o molusco que lança uma tinta escura 
quando ameaçado ?
a - golfinho
b - orca
c - salmão
d - polvo

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?
?
?
?
?
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?
?
?
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1- d - Alemanha

2- a - carta 

3- d - árvores

4- b - florestas

5- a - polvo 


... Vendaval ...

         


Vendaval
                           Fernando Pessoa



 Ó vento do norte, tão fundo e tão frio,
     Não achas, soprando por tanta solidão,
     Deserto, penhasco, coval mais vazio
     Que o meu coração!
 
     Indômita praia, que a raiva do oceano
     Faz louco lugar, caverna sem fim,
     Não são tão deixados do alegre e do humano
     Como a alma que há em mim! 

     Mas dura planície, praia atra em fereza,
     Só têm a tristeza que a gente lhes vê
     E nisto que em mim é vácuo e tristeza
     É o visto o que vê. 

     Ah, mágoa de ter consciência da vida!
     Tu, vento do norte, teimoso, iracundo,
     Que rasgas os robles, teu pulso divida
     Minh'alma do mundo! 

     Ah, se, como levas as folhas e a areia,
     A alma que tenho pudesses levar,
     Fosse pr'onde fosse, pra longe da idéia
     De eu ter que pensar! 

     Abismo da noite, da chuva, do vento,
     Mar torvo do caos que parece volver,
     Porque é que não entras no meu pensamento
     Para ele morrer? 

     Horror de ser sempre com vida a consciência!
     Horror de sentir a alma sempre a pensar!
     Arranca-me, ó vento; do chão da existência,
     De ser um lugar! 

     E, pela noite que fazes mais escura,
     Pelo caos furioso que crias no mundo,
     Dissolve em areia esta minha amargura,
     Meu tédio profundo. 

     E contra as vidraças dos que há que têm lares,
     Telhados daqueles que têm razão,
     Atira, já pária desfeito dos ares,
     O meu coração! 

     Meu coração triste, meu coração ermo,
     Tornado a substância dispersa e negada
     Do vento sem forma, da noite sem termo,
     Do abismo e do nada! 
           


   
   

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2022

... Mensagem diaria ...


Se lhe tiraram a alegria de viver,
o colorido de seus dias,
não se deixe abater.
Lembre-se, você tem suas raízes.
Recomece.

 

... Pedras ...


Quando falamos em pedra,
 
pensamos na pedrada da vidraça,

na pedra do tropeço,

na pedra com que David derrotou o gigante Golias,

nas pedras da contrução das pirâmides do Egito,

nas pedras para construção de moradias,

nas pedrinhas das brincadeiras infantis,

nas pedras das cachoeiras,

e muitas outras pedras.

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As pedras que vamos falar,
 estão entre as "muitas outras pedras".

A mãe natureza nos presenteia 
com algumas de suas maiores riquezas.
Ela nos oferece tanto da terra, quanto do mar,
pedras que são na realidade jóias preciosas.
As cores e textura das pedras preciosas 
que a mãe natureza nos oferece, atraves da terra,
são o resultado da mistura 
de milhares de minúsculos grãos minerais.

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 Diamante

Os gregos comparavam os diamantes,
 a estilhaços de estrelas caídos na terra.

O diamante é a substância mais dura encontrada na natureza.

Ele é composto de puro carbono.
É formado a mais de 120 km de profundidade, 
sob uma temperatura que chega a 1.500 ºC.

O diamante incolor é o mais conhecido,
mas dependendo da mistura com diferentes elementos químicos,
ele pode se apresentar colorido em,
amarelo, castanho, verde, azul, rosa, vermelho,
e até preto.
O famoso diamante negro.


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Rubi

Na Índia essa pedra é considerada a senhora de todas as outras.
Ela simboliza o equilíbrio,
 por preservar a saúde física e mental de quem a usa.
Desde a antiguidade, 
a pedra rubi sempre foi fortemente ligada 
às religiões e espiritualidade. 
Com nome de origem latina que significa vermelho, 
o rubi é considerada a pedra que estimula a coragem. 
Além disso, atrai a sorte, anula as energias negativas, 
fortalecendo as energias positivas 
e revigora a motivação e o amor pela vida.

O rubi é uma pedra preciosa com tonalidade vermelha. 
Essa pedra se origina 
a partir de uma variedade do mineral coríndon, 
cuja cor é causada, principalmente, pela presença de crômio.
Dependendo da quantidade de crômio, 
ela pode  apresentar diferentes tonalidades de vermelho,
que vai do rosado ao púrpura,
passando pelo tom amarronzado.
Em dureza ele só perde para o diamante.

O rubi é minerado na África, Ásia e na Austrália. 
Eles são mais comuns em Myanmar, no Sri Lanka e na Tailândia, porém também são encontrados em Montana e na Carolina do Sul nos Estados Unidos e Moçambique em Africa.
Os rubis mais valorizados são os da região de Burma, na Ásia, 
e encantam pelo vermelho intenso.



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Esmeralda

Na Idade Média acreditava-se que esta pedra 
trazia felicidade no amor.
Daí veio a tradição de se presentear a esposa 
com uma aliança de esmeralda 
no primeiro aniversário de casamento.
Segundo a lenda, 
a pedra perde a cor se um dos parceiros for infiel.
A esmeralda apresenta nuances de verde.
Vai da cor mais verde até os tons mais suaves e cristalino.
Essa variação depende da quantidade de crômio.


Quanto mais intenso o verde, mais rara é a esmeralda.


A Colômbia, Brasil, África do Sul, Índia e Egito,
são os lugares que fornecem as esmeraldas de melhor qualidade.
Os egípcios conhecem essa pedra desde a antiguidade,
quando as jazidas locais eram chamadas de "Minas de Cleópatra".



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Do mar a natureza nos oferece as pérolas.

A pérola é de origem animal.
São as ostras que a produzem.
A pérola não precisa ser polida e nem lapidada.
A ostra nos oferece ela prontinha,
já com toda sua beleza.
A produção da pérola pela ostra
 é um trabalho de defesa.
As ostras possuem dentro delas 
uma substância lustrosa chamada nácar.
E quando um corpo estranho  penetra no interior da ostra,
as células do nácar começam  a trabalhar
e cobrem o corpo estranho com camadas  e mais camadas
para proteger o corpo indefeso da ostra.
Como resultado, uma linda pérola é formada.
O processo de fabricação de uma pérola pela ostra
    demora em média três anos.

As  pérolas esféricas são as mais raras
 e consequentemente, mais valiosas.
As pérolas  esféricas só se formam quando o parasita
é totalmente recoberto pelo manto,
o que faz com que a secreção de nácar
seja distribuída de maneira uniforme.
Quando não se dá uma distribuição uniforme,
a pérola pode apresentar deformidades
e são chamadas de pérolas barrocas.

As formas da pérola
dependem do formato do invasor
e do local onde ele se instala.
E a cor da pérola
varia conforme as condições ambientais.


A variação na cor, se dá devido alguns fatores como:
a presença (ou ausência) de sais minerais,
tipo do solo marinho, grau de salinidade,
quantidade de plâncton, e temperatura da água.
As tonalidades de pérolas basicamente são,
brancas, cremes, rosadas,
cinzas, negras, douradas e esverdeadas.

As pérolas também podem ser obtidas de forma artificial, 
através de cultivo.
 Para isso, insere-se no interior da ostra,
entre o manto e a concha, um objeto minúsculo,
causando uma pequena inflamação.
E daí começa o trabalho naturalmente. 
Pérolas cultivadas
são produzidas em larga escala no Japão.
 
A vida das ostras.

Tomando-se os devidos cuidados ao retirar a pérola da ostra, 
ela pode ser devolvida ao mar e até produzir outra pérola.
Porém, na retirada da pérola não existe esse cuidado de preservação.
O processo é pouco saudável e as ostras morrem.

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