COMUNICADO IMPORTANTE


Informo que a Autora do Blog faleceu em 16 de Abril de 2023, e, por conta disso, este espaço não será mais atualizado, e também não haverá aprovação de novos comentários.

quarta-feira, 25 de dezembro de 2019

... Aniversário de JESUS ...




Em que dia JESUS nasceu ?
Quando?



-·=»‡«=·-



O calendário (gregoriano), começa a ser contado,
tomando como ponto de referência
 a presumida data do nascimento de JESUS.
Vemos na linha do tempo o ano 0.


Na Bíblia Sagrada no Novo Testamento,
não encontramos nenhuma menção
de comemoração do aniversário de JESUS.

O que sabemos pelos livros apócrifos
é que os primeiros cristãos
comemoravam o Natal em várias datas,
pois não se sabia com exatidão
a data do nascimento de JESUS.
As antigas comemorações de Natal,
costumavam durar até 12 dias,
pois diziam ser esse o tempo
que os reis Magos levaram para 
chegar até a cidade de Belém
e entregarem os presentes ao menino JESUS.

E o dia 25 de dezembro?
Como surgiu essa data para o nascimento de JESUS?

 Em Roma nesta data  comemorava-se o “dia de Saturno”
(festa chamada de Saturnália).

A religião mitraica dos persas (inimiga dos cristãos),
comemorava neste dia o natalis invicti solis,
 “o nascimento do vitorioso sol”.
O nascimento do Sol vitorioso

 é o momento em que o Sol
inicia a sua ascensão triunfante,
 representando neste momento,
 a luz que nunca morre e vence sempre.


 
Foi então que em 354 d.C. o Papa Libério,
ordenou que os cristãos celebrassem
o nascimento de JESUS no dia 25 de dezembro.
Em 440 d.C., foi oficializado 25 de dezembro
como o dia do nascimento de JESUS.


Pelo que vimos a data foi instituída
para atender necessidades daquela época.
Foi escolhida para tentar "cristianizar"
 a grande festa pagã realizada neste dia.

-·=»‡«=·-

Relatos históricos,
não só históricos
mas também  passagens bíblicas
 nos apontam para uma data aproximada
do Nascimento de JESUS.
Acontecimentos daquela época
como o recenseamento romano,
para facilitar a cobrança dos impostos,
vem nos ajudar um pouquinho
a especular mais ou menos
o mês do nascimento de JESUS.
Esse recenseamento que os romanos fizeram
foi 4 anos antes da morte de Herodes.


Mas os Judeus colocaram dificuldades,
negaram-se a participar do recenseamento,
e este aconteceu, só que um ano depois,
ou seja, 3 anos antes da morte de Herodes.

Foi quando José e Maria foram a Belém 
para participar do recenseamento.




 Essa ida de José e Maria a Belém
coincidiu com a Festa de Tabernáculos
 (uma festa judaica),
que no calendário judaico
corresponde ao sétimo mês
(que cai entre o fim de setembro.
e o fim de outubro do nosso calendário).


Maria e José não conseguiram lugar
 em nenhuma hospedaria.
Não foi negada a eles hospedagem,
como costumamos ouvir.
A cidade é que estava 
super lotada devido a festa.


 A história nos aponta
 a morte de Herodes (pai) no ano 4 a.C.,
e sabemos que JESUS nasceu uns dois anos antes
da morte de Herodes.



Portanto podemos arriscar e dizer
que JESUS nasceu
entre fim de setembro a fim de outubro,
entre os anos 7 a.C.  a  6 a.C.


O nascimento de JESUS nessa época ...
 As razões divinas para isto tornam-se muito claras,
quando examinamos o quadro geral das Festas do Senhor.

O Plano Redentor de DEUS,
 para facilitar um entendimento mais amplo
e promover maior aceitação de JESUS como o Messias,
revelou-se nas datas que o Senhor santificou
e ordenou a Seu povo celebrar,
guardando notáveis paralelos com os significados
de cada um desses eventos:

JESUS morreu na cruz,
como nosso Cordeiro Pascal,
e ressuscitou no exato dia da Páscoa;

JESUS ascendeu ao céu
no dia das Primícias dos Frutos.

O ESPÍRITO SANTO manifestou-se aos apóstolos
 em forma de línguas de fogo,
no dia da festa de Pentecostes


 E o nascimento de JESUS,
 um evento fundamental,
se daria fora de uma destas Festas bíblicas?
Certamente que não.

E qual seria a Festa mais apropriada
 para JESUS nascer,
e viver no meio de nós,
senão Tabernáculos?





sexta-feira, 20 de dezembro de 2019

... FELIZ NATAL ...

                                                           


Visitante, 
desejamos a você e todos os seus,
um Santo e Abençoado Natal.



O sorriso que omitimos,
a palavra que calamos,
o abraço que não demos ...
Tudo é passado.
Agora é o momento de abrirmos nosso coração.




sexta-feira, 13 de dezembro de 2019

Meu cantinho ... Fim de ano ...


As vezes a sensação de que temos
é que estivemos dormindo,
e nem vimos que mais um ano se passou.
E aquele ano que ainda pouco tempo estava chegando
cheio de esperanças, já está indo embora,
e para muitos indo tristonho e cabisbaixo.
O desejo dele, era que todos estivessem
radiantes, felizes, realizados.
Mas infelizmente,
para muitos isso não foi possível.
Porém, a exaustão em que muitos se encontram,
é entorpecida pelo momento.

Muitas luzes,
um colorido diferente toma conta de tudo.



É o Natal chegando,
a festa de aniversário
de nosso maior e melhor amigo... JESUS.


E com a euforia da festa de Natal,  
chegamos a esquecer do ano que está acabando,
tenha sido bom ou nem tão bom assim.
E já começamos a olhar pro alto procurando
o ano que vem chegando,
como um presente de DEUS,
para que possamos vive-lo
em toda a plenitude da felicidade. 


Não esperemos mais,
 comecemos desde já,
 a cultivar em nosso coração, um belo jardim
com muito verde de Esperança,
lírios da Paz, rosas de Amor
e girassóis de Felicidade ...














quinta-feira, 12 de dezembro de 2019

... Uma bonita lenda sobre a Árvore de Natal ...




 Quando o Menino JESUS nasceu,
todas as pessoas,  animais
e até as árvores sentiram uma imensa alegria.

Do lado de fora do estábulo onde o MENINO dormia,
estavam três árvores:

uma palmeira,



uma oliveira,


e um pinheiro.


Todos os dias as pessoas passavam
e deixavam presentes ao MENINO.

 Então disse a Palmeira:

- Nós também  devíamos LHE dar presentes.
Eu vou dar a ELE a minha folha mais larga.
Quando vier o tempo do calor
ELE poderá abanar-se com ela para refrescar. 


Então disse a Oliveira :
- E eu vou dar-LHE óleo.
Perfumados óleos
poderão ser feitos a partir de mim.


 
Ansioso o pinheiro falou:
- Mas e eu?

O que LHE poderei dar? 

Disseram as outras duas árvores:
- Tu??
Os teus ramos são agudos e picam.
Tu não tens nada para LHE dar !

O pequeno pinheiro ficou triste.
Pensou muito, muito,
em qualquer coisa que pudesse oferecer
ao MENINO que dormia,
qualquer coisa de que o MENINO pudesse gostar.
Mas não tinha nada para LHE dar.

Um Anjo, que tinha ouvido a conversa toda,
compadeceu-se da arvorezinha
que não tinha nada para dar ao MENINO.

As estrelas estavam a brilhar no céu .
 O Anjo, muito de mansinho,
 trouxe-as uma a uma cá para baixo,
desde a mais pequenina à mais brilhante
e colocou-as nos ramos pontiagudos do pinheiro.
Dentro do estábulo, o MENINO acordou,
e olhou para as três árvores do lado de fora da gruta,
contra a escuridão do céu.

De repente as folhas escuras do pinheiro
brilharam resplandecentes,
porque nelas as estrelas mandadas pelo Anjo,
descansavam brilhando muito.

Que lindo estava o pequeno pinheiro,
que não tinha nada a oferecer ao MENINO. 

E o Menino JESUS levantou as mãozinhas,
tal como fazem os bebês,
e sorriu para aquela árvore
que iluminava a escuridão da noite.



E desde então o pinheiro ficou a ser,
para todo o sempre, a Árvore de Natal.




quarta-feira, 11 de dezembro de 2019

... Hans Christian Andersen ...



Hans Christian Andersen
nasceu em 2 de abril de 1805, na cidade de Odense, 
e faleceu a 4 de agosto de 1875, em Copenhague.
(Dinamarca)


A infância pobre de Andersen lhe deu a chance 
de conhecer os contrastes de sua sociedade, 
o que influenciou bastante as histórias infantis e adultas 
que viria a escrever. 
Aos 11 anos, precisou abandonar a escola, 
por razões de sobrevivência, 
mas já demonstrava aptidão para o teatro e a literatura.

Aos 14 anos, Andersen foi para Copenhague, 
onde conheceu o diretor do Teatro Real, Jonas Collin. 
Andersen trabalhou como ator e bailarino, 
além de escrever algumas peças. 
Em 1828, entrou na Universidade de Copenhague 
e já publicava livros, 
mas só alcançou o reconhecimento internacional em 1835, 
quando lançou o romance "O Improvisador".

Hans Christian Adersen,
foi um poeta e escritor dinamarques.

Apesar de ter escrito romances adultos,
livros de poesia e relatos de viagens,
foram os contos infantis que o tornaram famoso.
Em suas histórias, Andersen buscava sempre
passar padrões de comportamento
que deveriam ser adotados pela sociedade,
mostrando inclusive os confrontos
entre poderosos e desprotegidos,
fortes e fracos.
Ele buscava demonstrar
que todos os homens deveriam ter direitos iguais.
Entre 1835 e 1842, Andersen lançou seis volumes
de "Contos" para crianças.
E continuou escrevendo contos infantis até 1872,
chegando a 156 histórias.
Graças a sua contribuição para a literatura
infantil e adolescência, a data de seu nascimento,
02 de abril, é hoje
o Dia Internacional do Livro Infanto - Juvenil.
Além disso, o mais importante prêmio internacional
do gênero, leva seu nome.


 A pequena vendedora de fósforos 
                                                         Conto de Hans Christian Andersen



Que frio tão atroz!
Caía a neve, e a noite chegando.
Era dia de Natal.
No meio do frio e da escuridão, uma pobre menina
passou pela rua com a cabeça e os pés descobertos.
É verdade que tinha sapatos quando saíra de casa,
mas não lhe serviram por muito tempo.
Eram uns chinelos enormes que sua mãe já havia usado.
Tão grandes, que a menina os perdeu
quando atravessou a rua correndo,
para que as carruagens que iam em direções opostas,
não lhe atropelassem.
A menina caminhava com os pézinhos descalços,
que estavam vermelhos e azuis de frio.
Levava em uma cestinha, algumas caixas de fósforos,
e tinha na mão uma delas como amostra.
Era um péssimo dia.
Nenhum comprador havia aparecido,
e por consequencia, 
a menina não tinha ganho nem um centavo.
Tinha muita fome, muito frio,
e um aspecto miserável.
Pobre menina!
Os flocos de neve caíam sobre seus longos cabelos,
que se esparramavam em lindos caracóis
sobre o pescoço.
Porém ela não pensava nos seus cabelos.
Via a agitação das luzes através das janelas,
sentia o cheiro dos assados por toda parte.
Era dia de Natal,
e nesta festa pensava a infeliz menina.
Não aguentando mais o frio, sentou
e acomodou-se entre duas casas.
O frio se apoderava dela,
mas não se atrevia a aparecer em sua casa,
pois voltaria com todos os fósforos 
e sem nenhuma moeda.
Sua madrasta a maltrataria,
e na sua casa também fazia muito frio.
Suas mãozinhas estavam quase duras de frio.
Ah! Quanto prazer lhe causaria esquentar-se
com um fósforo.
Se ela se atrevesse a tirar só um da caixa,
riscaria na parede e aqueceria os dedos.
Tirou um e ...  rich...
Como iluminava e como esquentava!
Tinha uma chama clara e quente
como de uma velinha, 
quando a rodeou com sua mão.
Que luz tão bonita!
A menina acreditava que estava sentada 
em uma chaminé enfeitada com bolas
e coberta com uma capa de latão reluzente.
O fogo ali luzia de uma forma tão linda!
Esquentava tão bem!
Mas tudo acaba no mundo.
A menina estendeu os pézinhos
para esquentá-los também,
mas a chama se apagou.
Não havia nada mais em sua mão,
só um pedacinho de fósforo.
Riscou outro,
que acendeu como o primeiro. 
E ali onde a luz caiu sobre a parede,
fez-se tão transparente como uma gaze.
A menina imaginou ver um salão,
onde a mesa estava coberta 
por uma toalha branca resplandecente,
com finas porcelanas,
e sobre a qual um peru assado e recheado
exalava um cheiro delicioso.
Oh, surpresa! ... Oh, felicidade!
Logo a menina teve a ilusão de que a ave saltava
da travessa para o chão,
com o garfo e a faca cravados no peito,
e rodava até chegar a seus pezinhos.
Mas o segundo fósforo apagou-se,
e ela só viu diante de si, 
nada mais que uma parede impenetrável e fria.
Acendeu um novo fósforo.
E agora, acreditou mesmo que estava sentada
perto de um magnífico presépio.
Era maior e mais bonito que todos os que havia visto
aqueles dias nas vitrines das mais ricas lojas.
Mil luzes ardiam nas arvorezinhas,
os pastores pareciam começar a sorrir para a menina.
Embelezada, ela levantou as duas mãos, 
e o fósforo se apagou.
Todas as luzes do presépio se foram,
e ela compreendeu então,
que não eram nada além de estrelas.
Uma delas passou traçando
uma linha de fogo no céu.
Isto quer dizer que alguém morreu, pensou a menina.
Sua vovozinha, uma pessoa que tinha sido boa com ela,
mas que já não estava viva, 
dizia que quando cai uma estrela,
é que uma alma sobe para o trono de DEUS. 
A menina ainda riscou outro fósforo na parede,
e imaginou ver uma ver uma grande luz,
no meio da qual estava sua avó,
com um aspecto sublime e radiante.
A menina gritou, gritou.
Vovozinha leve-me com você!
Quando o fósforo se apagar,
eu sei bem que não lhe verei mais.
Você desaparecerá como a chaminé,
como o peru assado e como o lindo presépio.
Depois se atreveu a riscar o resto da caixa de fósforos,
pois queria conservar a ilusão de que via sua avó,
e os fósforos lhe abriram uma claridade vivíssima.
Nunca a avó lhe havia parecido tão grande,
nem tão bonita.
Nesse momento, enternecida,
a avó pegou a menina nos braços,
e as duas subiram no meio de uma luz,
até um lugar muito alto, onde não fazia frio,
não se sentia tristeza e nem fome.
Quando raiou o dia, a menina continuava sentada
encostada na parede da casa, com as bochechas vermelhas,
e um sorriso nos lábios.
Morta!
Morta de frio na noite de Natal.
O Sol iluminou aquele terno ser, sentado ali
com as caixas de fósforos,
das quais uma havia sido riscada por completo.
Alguém falou:
- Queria esquentar-se a pobrezinha!
Mas ninguém sabia por tudo o que ela passou,
e da maravilha que aconteceu com ela,
e em meio de que esplendor ela havia entrado
com sua idosa avó no reino dos céus.




Uma história comovente, bonita e triste.
Ela nos leva a pensar e refletir,
sobre quantos "vendedores e vendedoras de fósforos" temos,
  muitas vezes até bem próximos de nós.
E o que fazemos para tentar amenizar "o frio"
da existência deles?


Agradeçamos a DEUS,
pelo que somos e pelo que temos.