COMUNICADO IMPORTANTE


Informo que a Autora do Blog faleceu em 16 de Abril de 2023, e, por conta disso, este espaço não será mais atualizado, e também não haverá aprovação de novos comentários.

quarta-feira, 11 de maio de 2022

... Donos do mundo 1...


 De acordo com os estudiosos, 
o nosso Planeta tem aproximadamente 4,5 bilhões de anos. 
Mas não se trata de uma medição totalmente precisa, 
pois a margem de erro dessa datação é estimada em 10%. 
 A idade do nosso Planeta, anteriormente,
 foi recalculada por diversas vezes,
à medida que novas evidências eram encontradas 
e as técnicas melhoradas. 
Porém, a cada medição feita, 
verificava-se que o Planeta era mais velho do que se imaginava.

Conforme os estudiosos da pré-história
 foram encontrando vestígios, 
aqui pelo Planeta,
puderam fazer uma classificação, 
dando aos períodos pelo qual o Planeta passou, 
o nome de Idade.

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O Períododo Paleolítico (Idade da Pedra Lascada),
 foi um período da Pré-História  
de 2,6 milhões de anos atrás até, + ou - 10.000 a.C.  
Nesse período, os homens utilizavam-se da pedra 
para produzirem ferramentas necessárias para a sua sobrevivência.


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O Período neolítico ( Idade da Pedra Polida),
foi um período entre os anos 7.000 a.C. a 2.500 a.C..
  caracterizado por inúmeras transformações 
ocorridas entre os homens. 
O sedentarismo e a produção agrícola, aconteceram. 
 A arte floresceu e a produção artística foi intensa.
A economia tendo como causa a agricultura,  
apareceu devido ao comércio de artesanatos também.

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Idade dos Metais
A Idade dos Metais corresponde 
ao último período da Pré-História, em 6.000 a.C., 
quando os primeiros humanos descobriram os metais,
cobre, ferro, bronze, 
e começaram a utilizá-los no seu cotidiano, 
produzindo objetos para ajudar na produção agrícola
 e fabricação de armas. 
Essa última fase pré-histórica 
marca a transição para as primeiras civilizações 
que surgiram na Antiguidade.

Podemos dizer que foi o período de divisor das águas.
A paz, harmonia, respeito pelo semelhante, união,
parecem que, justamente nesse período,
 vão dar lugar a ambição, a sede de poder,
gerando os conflitos e guerras.

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Idade Antiga 
A Idade Antiga é o período da história 
que se estendeu do ano 3.500 a.C., até o ano 476 d.C.,  
quando o Império Romano do Ocidente 
foi desagregado com a queda 
do último imperador de Roma, Flávio Rômulo Augustus.

As civilizações que apareceram nesse período,
 apresentavam cada uma um grau de sofisticação.
Construíram o seu legado 
não apenas desenvolvendo sistemas políticos e jurídicos, 
mas também se valendo das guerras.
A guerra foi o que definiu 
a formação das primeiras civilizações.
Muitas civilizações ascenderam e caíram. 
Algumas estenderam os seus impérios por vastas regiões,
 enquanto outras se restringiram a uma atividade política 
com espaço mais restrito. 
Todas elas desenvolveram estratégias militares
e formas de preparar soldados para a guerra.

A formação do primeiro exército organizado do mundo 
é atribuída aos assírios, 
povos que construíram seu império na região da Mesopotâmia, 
no Oriente Médio. 
Os assírios conseguiram montar uma máquina de guerra 
 com estratégias bem avançadas,  
o carro de combate com tração animal,
que foi muito utilizado por outras civilizações.

Entre os muitos conflitos na Idade Antiga,
citaremos  as guerras greco-persas, 
a guerra do Peloponeso.
O assunto é vasto, não se resume só a esses "impérios".
Lá entre eles, 
um queria dominar sempre mais do que o outro.

A sede do poder,  alimenta o homem,
há muitos e muitos anos,
e infelizmente a humanidade não progrediu,
estamos cada vez piores.

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Idade Média
A Idade Média é o período da história 
que tem início em 476, 
e vai até a tomada de Constantinopla (hoje Istambul) 
pelos turcos otomanos, em 1453.

O imperador romano Constantino I, 
no decorrer das expedições com seu exército, 
tomou conta de uma região estrategicamente posicionada 
entre o Corno de Ouro e o Mar de Mármara, 
localizada no ponto de encontro entre Europa e Ásia. 
Para estabelecer a presença do Império Romano 
e o controle de uma importante localização para o mundo antigo, 
foi fundada a cidade de Constantinopla, 
nome dado em homenagem ao imperador romano.
Constantinopla foi a capital de vários impérios na antiguidade.

Alguns fatos importantes da Idade Média.

Feudalismo
O Feudalismo foi uma organização econômica, política e social baseada na posse da terra, chamada de feudo. 
As terras e títulos de nobreza 
eram doadas pelo rei como recompensa aos líderes 
por terem participado de batalhas.

O feudo era uma grande propriedade rural 
que abrigava o castelo fortificado, as aldeias, 
as terras para cultivo, os pastos e os bosques.

Teve origem no Império Carolíngio, 
quando o rei precisava de aliados 
para defender suas extensas fronteiras. 
A partir do séc. IX quando este império se desintegra, 
o que sobra são várias regiões independentes entre si 
governadas por um nobre.
O Império Carolíngio é uma designação 
que se refere à dinastia carolíngia, 
que governou territórios dos francos
 entre os séculos VIII e X. 
Então, quando falamos de carolíngios, 
 falamos  dos francos, um povo germânico 
que se estabeleceu na região da Gália, por volta do século V, 
durante o processo de desagregação 
do Império Romano do Ocidente.

Quando se fala do Império Carolíngio, 
não se pode evitar de citar Carlos Magno. 
Ele teve um longo reinado, 
e foi um dos reis mais poderosos da Idade Média.

Nesse período a Europa foi palco de inúmeras guerras.
As guerras aconteciam também, entre os feudos,
por disputas territoriais, saques, questões políticas,
rivalidade entre famílias e aumento de poder.


O Concílio de Clermont-Ferrand, realizado  pelo Papa Urbano, 
em novembro de 1095,
na cidade do mesmo nome na região central da França, 
realizou a histórica convocação para a primeira cruzada. 
 O Papa Urbano em suas pregações 
prometia a salvação a todos os que morressem 
em combate contra os pagãos (sendo a maior parte muçulmanos). 
Uma nova etapa da História aconteceu 
e deu-se início às cruzadas.
O rei inglês Ricardo Coração de Leão 
foi um dos monarcas que participaram das Cruzadas.

As Cruzadas
As Cruzadas foram expedições religiosas e militares, 
cujo principal objetivo 
era resgatar para os cristãos a Terra Santa, 
que estava sob o domínio islâmico. 
O termo “cruzada” se refere 
a cruz que os cavaleiros usavam em suas roupas 
quando estavam em marcha da Europa até o Oriente.
 
Uma das principais consequências das Cruzadas 
foi a retomada do comércio entre os europeus e os orientais.
As cruzadas aconteceram de 1.096 a 1.272.
Foram 08 cruzadas.

A Igreja Católica foi a principal instituição do período medieval. 
Desde o crescimento cristão na Roma Antiga, 
a Igreja se tornou o mais elevado setor da sociedade antiga. 
Esse poderio durou até o término da Idade Média.

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Idade Moderna
A Idade Moderna, foi um período marcado 
por grandes transformações. 
Estendeu-se de 1.453, quando Constantinopla 
foi conquistada pelos otomanos, até 1.789, 
quando a Bastilha foi invadida pela população parisiense.

A queda da Bastilha foi o assalto popular 
a Bastilha, antiga prisão, 
símbolo da opressão do antigo regime francês.
Foi organizada pela população de Paris 
no dia 14 de julho de 1789 e tinha como objetivo 
ter acesso ao estoque de pólvora que lá ficava armazenado.

Acontecimentos nessa Idade
Conquista das Américas -
Reforma Protestante -
Guerra dos Trinta Anos -
Revolução Inglesa -
Iluminismo -
Reinado de Luís XIV -
Revolução Industrial -
Renascimento -

O Concílio de Trento foi um dos acontecimentos 
mais marcantes da Idade Moderna.
Foi realizado na cidade de Trento, na Itália, entre 1545 e 1563.
Neste Concílio foram reafirmados 
os dogmas de fé questionados pelos protestantes.

No final da Idade Moderna, 
o surgimento da indústria permitiu o estabelecimento do capitalismo.

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sábado, 7 de maio de 2022

... Mensagem diaria ...


                                         Fernando Pessoa

Os sentimentos que mais doem, as emoções que mais pungem, 
são os que são absurdos.
A ânsia de coisas impossíveis, precisamente porque são impossíveis. 
A saudade do que nunca houve, 
o desejo do que poderia ter sido, 
a mágoa de não ser outra, 
a insatisfação da existência da vida.


... Donos do mundo ...



Não somos os donos do mundo,
mas somos filhos do DONO. 

Não importa o nome que damos ao DONO
o que importa é reconhecermos e respeitá-LO.

Uns o chamam de DEUS, outros de Criador, de ALÁ,
de SER SUPERIOR, de OLORUM, de BRAHMA, de JEOVÁ ...

O nosso CRIADOR é nosso PAI e MÃE,
 nos ama incondicionalmente,
e nos deu um pai e mãe aqui na Terra,
a quem devemos amar e respeitar.

Nosso CRIADOR nos deu de presente o Planeta Terra,
com uma beleza incompáravel, imensurável.
A água, o alimento, os minerais,
os animais, alguns amigos declarados, 
outros embora considerados perigosos, 
mas mesmo que ainda não tenhamos conseguido enxergar,
tem o seu potencial de serventia ao homem.
Fauna e Flora são indiscutivelmente importantes
para nossa vida aqui no Planeta.
O dia e a noite.
O dia com o Sol e a noite com a Lua, estrelas ...
E aqui nos colocou quando o Planeta 
estava pronto para ser habitado.

E precisamos lembrar 
que tudo o Criador nos deixou gratuitamente.

Éramos no passado seres humanos.

 Desde a criação o ser humano, foi progredindo 
tendo sempre o desenvolvimento ao seu lado.
Nunca poderemos dizer que houve progresso,
 sem que o mesmo não mostre desenvolvimento.

Apesar de toda essa maravilha que o CRIADOR fez por nós,
existem aqueles que não acreditam NELE,
que se acham os donos do mundo,
e é justamente por isso 
que somos jogados cada vez mais para o abismo.  

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Na história de nossa evoluçao,
vamos encontrar algumas definições,
que nos ajudam a compreender atitudes de alguns seres humanos.

O Ateu
Ateu é quem não crê em DEUS ou em um SER SUPERIOR. 
A palavra tem origem no grego atheos que significa sem Deus. 
A palavra é formada pela partícula de negação “a” 
juntamente com o radical “theos” (DEUS).
O termo nasceu na Grécia Antiga 
para descrever aquelas pessoas que rejeitavam 
as divindades adoradas por grande parte da sociedade. 
Eram considerados ímpios por não acreditarem 
nos muitos deuses venerados.

Nas religiões monoteístas,
 que envolvem a crença em um único SER DIVINO, 
um ateu é aquele que nega a existência de um ser supremo, onipotente (que pode tudo), onisciente (que sabe tudo) 
e onipresente (que está ao mesmo tempo em todos os lugares).


O Agnóstico
O Agnóstico considera os fenômenos sobrenaturais 
inacessíveis à compreensão humana. 
 Considera inútil discutir temas metafísicos, 
pois são realidades não atingíveis através do conhecimento.

Para eles, a razão humana não possui capacidade de fundamentar racionalmente a existência de DEUS.

O termo “agnóstico” foi usado no século XIX 
pelo naturalista inglês Thomas Henry Huxley (1825-1895), 
quando descreveu sua dúvida 
a respeito de algumas crenças religiosas, 
do poder atribuído a DEUS e do sentido da vida e do universo.

*** Se, por um lado, os ateus afirmam que DEUS não existe, 
os agnósticos não negam a sua existência, 
mas tampouco a confirmam.
Vivem na dúvida. ***


O Cético
É aquele que não acredita em nada.
O cético pode ser definido 
como o indivíduo que costuma questionar as verdades absolutas.

O Fanático
Fanatismo (do francês "fanatisme") 
é o estado psicológico de fervor excessivo, 
irracional e persistente por algo.
Foi no passado e continua sendo associado 
a motivações de natureza religiosa e política. 
É extremamente frequente em pessoas 
  que uma  apaixonada adesão a uma causa 
pode levá-lo ao delírio.
Nos dias atuais, podemos colocar o futebol neste contexto.
De um modo geral, 
o fanático tem a visão rígida de um  mundo unilateral, 
cultivando a dicotomia, 
que é a divisão de um todo em duas partes, 
o bem e mal, 
onde o mal reside naquilo e naqueles 
que contrariam seu modo de pensar, 
levando-o a adotar condutas irracionais e agressivas 
que podem, inclusive, chegar a extremos perigosos, 
como o recurso da violência para impor seu ponto de vista.
 

O Amoral
O amoral é alguém sem noção de moral.

Amoral é aquilo que está fora da moral, 
ou seja, é aquilo que é neutro no que se refere a ética. 
Em um sentido prático, 
um indivíduo amoral vive sem as condições subjetivas exigidas 
para que os seus atos sejam morais.
É uma qualidade da pessoa 
sem obrigações morais, de respeito, ou princípios éticos.
Ele nega obrigações propostas pelas leis morais. 

Conhecendo a personalidade inerente a alguns seres humanos,
talvez possamos entender as atrocidades e maldades,
que conduzem os atos de algumas pessoas.

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Mas voltando aos nossos antepassados.
Eles viviam livres, 
não faziam valer o poder e muito menos o ter.
Conviviam pacificamente com os outros grupos.
O que tinham de excedente, 
simplesmente trocavam sem se importarem 
se era mais ou menos o que doavam ou recebiam.
Era uma convivência bonita,
onde generosidade, solidariedade e amor ao próximo
era o que os movia.

Infelizmente, num dado momento 
alguns começaram a dar valor ao que tinham 
e passam daquela troca informal 
para o que podemos chamar da chegada do comércio.
Formas de pagamento foram criadas.
Citaremos aqui o exemplo do sal como dinheiro.
O sal era valioso, pois conservavam os alimentos.
A palavra salada surgiu 
por eles salgarem os legumes para conservarem.
E a palavra salário surgiu por ter tido o sal 
 forma de pagamento por serviços.
O sal no contexto histórico,
é um assunto vasto e complexo,
 para ser descrito numa só postagem.

Com o tempo o PODER e o TER,
passou a ser primordial para alguns.
Na história da humanidade, 
 vamos ver essa característica no ser humano,
a partir da Idade Antiga, 
por volta de + ou - 5.000 a.C. até o século IV d.C,
 quando nossos antepassados,
já viviam em agrupamentos que resultaram nas civilizações antigas.

Nesse período, muitas civilizações ascenderam e caíram. 
Algumas estenderam os seus impérios por vastas regiões, 
enquanto outras se restringiram a uma atividade política 
com espaço mais restrito. 
Porém todas já se preocupavam
em desenvolverem estratégias militares 
e formas de preparar soldados para a guerra.

Nas famosas civilizações do Mundo Antigo,
 vamos começar a ver o homem querendo ser seu próprio deus.


quinta-feira, 5 de maio de 2022

... Mensagem diaria ...


O amor ... ah o amor ...

Por maiores que sejam as decepções, a amargura, 
o desalento, o abandono,
vale sempre a pena amar.




... Não te amo mais ...



Clarice Lispector, nasceu na cidade ucraniana de Tchetchelnik. 

Obs.: Quando terminar a leitura, leia de baixo para cima,
mas só quando terminar a leitura.

Não te amo mais

Não te amo mais.
Estarei mentindo dizendo que
Ainda te quero como sempre quis.
Tenho certeza que
Nada foi em vão.
Sinto dentro de mim que
Você não significa nada.
Não poderia dizer jamais que
Alimento um grande amor.
Sinto cada vez mais que
Já te esqueci!
E jamais usarei a frase
EU TE AMO!
Sinto, mas tenho que dizer a verdade
É tarde demais…



segunda-feira, 2 de maio de 2022

... Aprendendo a viver ...



Pessoas que foram magoadas demais pela vida.
Pessoas que viveram 
o abandono ou a frustração dos seus sonhos mais caros,
se perdem em total falta de autoestima,
caindo na depressão mais profunda, sem forças para reagir…

Para todas estas pessoas, 
o caminho mais rápido para a “luz no final do túnel”
é  o autoperdão.
É a prática diária e recorrente do perdão pelas ilusões que criou.
Perdão pelas vezes em que acreditou demais nas pessoas.
Perdão pela falta de atenção para com as próprias emoções.
Perdão por se sentir abandonada.
Perdão por esperar mais do que merecia.
Perdão pelas derrapadas emocionais que viveu.

Nessa fase de autoperdoar-se, 
devemos também  perdoar as pessoas.
Aquelas que levaram parte do nosso coração, da nossa emoção.
Perdoar nesse caso é jogar para fora 
as lembranças do que nos magoou,
aquele nó na garganta que não sai,
aquela lágrima que insiste em ficar no canto dos olhos…

E, por fim, na prática do autoperdão, levantar-se.
Olhar para a frente e projetar um passo de cada vez.
De volta a caminhada rumo a felicidade,
que não tem tempo, nem idade.

 Não se culpe, perdoe-se.

O sol continua saindo pelas manhãs bem cedinho,
esperando para ver se você se levantou.
Sorrindo, espera que você venha ver como ele está lindo,
pronto para aquecer o seu coração, 
cheio de esperança pelo porvir.
Afirmando que é tempo de reconstruir o castelo, pedra por pedra.
E para começar, é só sorrir.







... Mensagem diaria ...


                                        Miguel de Cervantes 

Amor e desejo são coisas diferentes ...