COMUNICADO IMPORTANTE


Informo que a Autora do Blog faleceu em 16 de Abril de 2023, e, por conta disso, este espaço não será mais atualizado, e também não haverá aprovação de novos comentários.

quarta-feira, 12 de janeiro de 2022

...Mensagem diaria ...


                                                  Vinicius de Moraes

A maior solidão é a do ser que não ama. 
A maior solidão é a dor do ser que se ausenta, 
que se defende, que se fecha, que se recusa a amar.
A maior solidão é a do homem encerrado em si mesmo, 
no absoluto de si mesmo, egoísta.
O que não dá a quem pede
 o que ele pode dar de amor, de amizade, de socorro, 
e se nega.




... O Espetáculo da Vida ...

                                   


                                                                             Augusto Cury

O Espetáculo da Vida

Que você seja um grande empreendedor. 
Quando empreender, não tenha medo de falhar. 
Quando falhar, não tenha receio de chorar. 
Quando chorar, repense a sua vida, mas não recue. 
Dê sempre uma nova chance para si mesmo.

Encontre um oásis em seu deserto. 
Os perdedores vêem os raios. 
Os vencedores vêem a chuva e a oportunidade de cultivar. 
Os perdedores paralisam-se diante das perdas e dos fracassos. 
Os vencedores começam tudo de novo.

Saiba que o maior carrasco do ser humano é ele mesmo. 
Não seja escravo dos seus pensamentos negativos. 
Liberte-se da pior prisão do mundo: o cárcere da emoção. 
O destino raramente é inevitável, mas sim uma escolha. 
Escolha ser um ser humano consciente, livre e inteligente.

Sua vida é mais importante do que todo o ouro do mundo. 
Mais bela que as estrelas: obra-prima do Autor da vida. 
Apesar dos seus defeitos, você não é um número na multidão. Ninguém é igual a você no palco da vida. 
Você é um ser humano insubstituível.

Jamais desista das pessoas que ama. 
Jamais desista de ser feliz. 
Lute sempre pelos seus sonhos. 
Seja profundamente apaixonado pela vida. 
Pois a vida é um espetáculo imperdível.






sexta-feira, 7 de janeiro de 2022

... Uma história de Amor ...


Uma história de Amor, 
marcada cruelmente pela insensibilidade.

Temos um  ditado popular que teve sua origem
nessa história de amor.
"Agora é tarde, Inês é morta". 

Essa  história também é lembrada numa música
composta por José Maria Galhardo e Raul Ferrão.
A música é Coimbra do Choupal.
Antes de contar a história, deixarei o vídeo,
e a letra da música, cantada por Francisco José.



Coimbra é uma lição/De sonho e tradição/O lente é uma canção/
E a Lua a faculdade
O livro é uma mulher/Só passa quem souber/
E aprende-se a dizer saudade
Coimbra do choupal /Ainda és capital /
Do amor em Portugal, ainda
Coimbra onde uma vez / Com lágrimas se fez /
A história dessa Inês tão linda
Coimbra das canções / Tão meiga que nos põe /
Os nossos corações à luz
Coimbra dos doutores / Pra nós os teus cantores/
A fonte dos amores és tu

:,。★゚・:,。゚・:,。☆゚・:,。゚・:,。★゚・:,。

Inês de Castro nasceu em 1320 ou 1325 na Galiza (Espanha), 
Era filha ilegítima do nobre galego Pedro Fernandes de Castro, 
 e de uma dama portuguesa, Aldonça Suárez de Valadares, 
e irmã de D. Fernando e de D. Álvaro Pires de Castro. 
Por parte de seu pai era bisneta ilegítima de D. Sancho de Castela, 
pai de D. Beatriz de Castela, que era mãe de D. Pedro, 
futuro Rei de Portugal. 
Era, portanto, prima em 3º grau de D. Pedro.

Inês viveu parte da sua infância 
no castelo de Albuquerque cuja dona, que a criou como filha, 
era casada com Afonso Sanchez, filho ilegítimo de D. Diniz, 
até vir a ser aia de sua prima de D. Constança Manuel, 
filha de João Manuel de Castela, 
poderoso nobre descendente da Casa Real Castelhana 
e que estava prometida ao príncipe de Portugal, D. Pedro.

Em 1340, Inês de Castro chega a Évora (Portugal), 
na comitiva integrada  de D. Constança Emanuel,  
 noiva do Infante D. Pedro, filho do Rei D. Afonso IV. 
Ao se verem, D. Pedro e Inês, apaixonaram-se.
Porém era de praxe nas famílias reais, 
casamento por questão política e quase nunca por amor,
D. Pedro foi obrigado a se casar com Constança Emanuel, 
uma nobre castelhana. 
Apesar do casamento, o Infante marcava 
encontros românticos com Inês nos jardins da Quinta das Lágrimas.



D. Constança não ignorava o amor de Pedro e Inês.

Quando a princesa Constança teve seu primeiro filho em 1342, 
deu ao infante o nome de Luís. 
 Inês foi convidada para madrinha. 
De acordo com os preceitos da Igreja Católica de então, 
a relação entre padrinhos era de parentesco moral 
e o amor entre eles era quase um incesto.
Porém, os encontros entre  Pedro e  Inês eram frequentes, 
já havia se tornado um grande romance.

Em 1344, o rei D. Afonso IV, pai de D. Pedro, 
envia a bela Inês para a cidade de Albuquerque 
na fronteira espanhola, ficando sob a proteção 
de D. Teresa de Albuquerque, viúva de seu meio irmão.

Mas a distância não separou os dois apaixonados, 
que continuaram a se comunicar por cartas 
levadas e trazidas secretamente. 
Foi assim que o amor dos dois se tornou mais sólido.

D. Constança, ciente de tudo vivia a lamentar a triste sorte. 
Teve seu segundo filho, Fernando, em 1345. 
Em 1349, logo depois de dar a luz a sua filha Maria, 
a rainha morre.
Depois da morte de D. Constança, 
D. Pedro manda buscar Inês, contrariando as ordens do pai. 
Instalados em Coimbra finalmente estavam juntos. 
No Mosteiro de Santa Clara foi viver o feliz casal 
e é ali que nascem os seus filhos, 
Afonso, João, Dinis e Beatriz.


Em 1351, D. Pedro solicitou ao papa 
que lhe concedesse dispensa para poder casar com Inês, 
já que eram primos, 
grau de parentesco que impedia o casamento, 
segundo o Direito Canônico da época.
O pedido foi negado.

O rei D. Afonso IV receoso da interferência da família Castro 
na Política portuguesa ouvia de seus conselheiros 
que havia um grande perigo para a Coroa 
e para o futuro próximo do país 
se D. Inês de Castro viesse a ser rainha.

No dia 7 de janeiro de 1355, 
D. Afonso cede às pressões de seus conselheiros 
e seguem para o Mosteiro de Santa Clara,
 aproveitando a ausência de Pedro que estava em uma caçada. 
Os conselheiros executaram  Inês  
quando esta se encontrava junto a uma fonte.
 
A lenda nos diz que foram as lágrimas derramadas por Inês 
durante a sua morte que deram origem à Fonte dos Amores, 
localizada nos fundos da Quinta das Lágrimas.
Outras passagens que envolvem essa história,
são narradas também como lendas. 
Os fungos vermelhos no fundo da fonte,
dizem ser  o sangue de Inês,
 que ali permanece durante todos estes séculos.
Estes  fungos já foram estudados por cientistas 
de diferentes universidades e, até onde se sabe, 
eles existem apenas ali.
Mais tarde, a fonte foi denominada pelo poeta Camões, 
como “Fonte das Lágrimas”.

Com a morte de Inês, achavam que a história do casal teria fim, 
mas na realidade, ela só estava começando.

A morte de Inês provocou revolta de D. Pedro contra seu pai.
Com a morte de D. Afonso,
 Pedro foi aclamado rei em 1357, como D. Pedro I.
 Aclamado rei, Pedro I começou a perseguição 
aos assassinos de sua amada Inês. 
Dos tres algozes, ele só conseguiu pegar dois.
  A vingança foi executada nos Paços de Santarém.
Mandou amarrar as vítimas em postes 
e ordena ao carrasco que tire de um o coração pelas costas 
e do outro pelo peito. 
Como se ainda não bastasse, teve coragem de partir os corações, terminando sua sede de vingança. 
Não satisfeito, Pedro I, em uma última homenagem 
ao seu grande amor, mandou que desenterrassem Inês, 
que a vestissem com os trajes reais e a coroou rainha, 
mesmo depois de morta, 
obrigando que toda a corte beijasse a mão 
daquela que tanto desprezaram.
Daí veio a frase:
Agora é tarde, Inês é morta.

Em seguida ordenou o translado dos restos mortais 
de Coimbra para um túmulo que mandou construir em Alcobaça.
O túmulo é uma verdadeira obra-prima  
e está localizado no Mosteiro de Alcobaça.  
D. Pedro e D. Inês estão sepultados, 
um em frente ao outro, no Mosteiro de Alcobaça.





quarta-feira, 5 de janeiro de 2022

... Amanhã pode ser tarde ...




                                                    Desconheço autoria

 Hoje e não Amanhã ... 
Amanhã pode ser tarde, muito tarde ... 
O amanhã não nos pertence... 
Amanhã pode ser muito tarde, para você dizer que ama,
para você dizer que perdoa, para você dizer que desculpa, 
para você dizer que quer tentar de novo...
 Amanhã pode ser muito tarde para você pedir perdão, 
para você dizer: Desculpe-me, o erro foi meu! 
O seu amor, amanhã, pode já ser inútil. 
O seu perdão, amanhã, pode já não ser preciso.
 A sua volta, amanhã, pode já não ser esperada. 
A sua carta, amanhã, pode já não ser lida. 
O seu carinho, amanhã, pode já não ser mais necessário.
 O seu abraço, amanhã, pode já não encontrar outros braços. 
Porque amanhã pode ser muito... muito tarde! 

Não deixe para amanhã para dizer: 
Eu amo você! 
Estou com saudades de você! 
Perdoe-me! 
Desculpe-me! 
Esta flor é para você! 
Você está tão bem! 

Não deixe para amanhã ... 
O seu sorriso, o seu abraço, o seu carinho, o seu trabalho, 
o seu sonho, a sua ajuda... 
Não deixe para amanhã para perguntar: 
Por que você está triste? 
O que há com você? 
 Vamos conversar... 
Cadê o seu sorriso? 
Estou com você. Sabe que pode contar comigo. 
Cadê os seus sonhos? 
Onde está a sua garra?
 
Lembre-se: 
Amanhã pode ser tarde... muito tarde! 
Procure! Vá atrás! Insista! 
Tente mais uma vez! Só hoje é definitivo! 
Amanhã pode ser tarde... 
Comece agora, vivendo isto 
com todas as pessoas que você conhece. 
HOJE, e não AMANHÃ!




segunda-feira, 3 de janeiro de 2022

... Novo Ano ...



 

Feliz Ano Novo ... 
... o que mais falamos e ouvimos nesses últimos dias.
Difícil falar quando nos lembramos  
das numerosas famílias que tiveram seus dias cinzentos.
A resiliência é o que tem nos movido.
Precisamos de nos manter com serenidade e em equilíbrio, 
para podermos lidar com o que pode vir em 2022.
Mas temos que olhar para frente e ter Fé e Esperança.
Fé e Esperança de ver, não só o fim dessa Pandemia, 
como também o fim das desigualdades sociais, 
da violência, dos conflitos que também matam. 
Que a Paz e o Amor ao próximo possam reinar na humanidade.
Que tudo que estamos passando não seja inútil.
Que tudo isso possa realmente transformar a nossa realidade.
Vamos valorizar o nosso HOJE.

E a vida continua ...


domingo, 2 de janeiro de 2022

... Mensagem diaria ...





Aristóteles,
foi um filósofo grego que viveu de 384 a.C a 322 a.C.


Talvez hoje eu me sinta fraco.
Mas amanhã, irei recomeçar, 
nem que seja de um modo diferente.






segunda-feira, 27 de dezembro de 2021

... Lenda do Girassol ...


Contam que existia no céu 
uma estrelinha muito apaixonada pelo Sol. 
Ela era a primeira a aparecer de tardinha no céu, 
antes que o Sol se escondesse. 
E a cada poente ela chorava muito, ficando embaçada.
A Lua falava com a estrelinha que assim não podia ser, 
que Estrela nasceu para brilhar de noite, 
para acompanhar a Lua pelo céu, 
e que não tinha sentido este amor tão desmedido! 
Mas a estrelinha amava cada raio do Sol 
como se fosse a única luz da sua vida, 
esquecia até a sua própria luz.
Um dia ela foi falar com o Senhor do Tempo 
para pedir a sua ajuda, pois queria ficar olhando o Sol, 
sentindo o seu calor, eternamente, para sempre.
O Senhor do Tempo, muito racional, 
disse à estrelinha que o seu sonho era impossível, 
a não ser que ela abandonasse o céu 
e fosse morar na Terra, deixando de ser Estrela.
A estrelinha não pensou duas vezes. 
Virou estrela cadente
e caiu na terra, em forma de uma semente.
O Senhor do Tempo, comoveu-se com aquele amor,
 plantou a sementinha com todo o carinho, 
numa terra bem macia, 
e a regou com as mais lindas chuvas da sua vida.
A sementinha virou planta. 
Crescia admirando o Sol. 
As suas pétalas foram se abrindo, girando devagarzinho, 
seguindo o giro do Sol no céu.
E, assim, ficaram pintadas de dourado, da cor do Sol.
É por isso que os girassóis até hoje explodem o seu amor 
em lindas pétalas amarelas, 
formando verdadeiras estrelas de flores aqui na Terra.