COMUNICADO IMPORTANTE


Informo que a Autora do Blog faleceu em 16 de Abril de 2023, e, por conta disso, este espaço não será mais atualizado, e também não haverá aprovação de novos comentários.

sábado, 7 de novembro de 2020

... Pontes ...3


Pontes 

As pontes unem um ponto a outro.
 Integrada a natureza, resolvem problemas de comunicação.

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Graças a um esboço feito em 1501 
pelo artista italiano Leonardo da Vinci, 
foi possível construir 
uma das pontes com design mais moderno 
do século 21. 
A ponte Golden Horn foi pensada originalmente 
para estar na cidade de Constantinopla 
(hoje Istambul, na atual Turquia), 
mas acabou sendo construída na Noruega, 
mais de 500 anos depois.
Em 1995, ao visitar uma exposição de Leonardo da Vinci, 
o arquiteto norueguês Vebjørn Sand 
teve a ideia de aproveitar o projeto. 
A diferença em relação ao projeto original 
é que, ao invés de ser construída em pedra, 
a ponte foi edificada com madeira e aço.
Nos tempos de Leonardo da Vinci, 
o projeto foi rejeitado por Bayezit II, 
líder do antigo Império Turco-Otomano. 
O argumento do sultão para não erguer a ponte 
era de que o empreendimento era muito engenhoso para a época.
A ponte Golden Horn, 
é conhecida como a “Mona Lisa das Pontes”.






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A ponte do rio Sidu 
é uma ponte suspensa de 1.222 m. de comprimento 
que atravessa o vale do rio Sidu, perto de Yesanguan, 
no Condado de Badong, na província de Hubei, 
na República Popular da China.
Com uma altura de 472 m. acima das águas do Rio Sidu, 
a ponte Siduhe, tornou-se a ponte mais alta do mundo.






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Ponte de Cordas

Arte 100% inca, as pontes de cordas 
antes eram encontradas às dezenas 
nos vales e ravinas na região de Cusco. 
Hoje as comunidades locais 
vêm tentando reviver esta técnica ameaçada, 
tanto para preservação de sua cultura como por motivos práticos.
 Na foto, ponte na região de Maragani, Cusco, Peru.



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Ponte de Arnhem, Holanda

Um dos mais heróicos embates 
da 2ª Grande Guerra Mundial 
foi travado pela conquista desta ponte. 
A ponte original foi destruída ao final da guerra, 
mas esta é uma réplica perfeita sobre o rio Reno. 
Posteriormente ela seria batizada Ponte John Frost, 
em homenagem ao comandante britânico 
que a tentou conquistar aos alemães.




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Chapel Bridge 

Essa ponte fica em Lucerna, Suíça.
É a ponte coberta de madeira mais antiga da Europa.
Ela tem 204 m., e foi construída em 1367 
como parte das muralhas fortificadas da cidade de Lucerna. 
De um lado tem uma torre octogonal de pedra, 
usada às vezes como um calabouço e um cofre do tesouro, 
e no outro, a Capela de São Pedro.
O que a tornou tão única foi o fato de ter, em seu interior, 
uma coleção de pinturas do século 17. 
Infelizmente estas pinturas, em sua maioria, 
foram destruídas num incêndio em 1993. 
 Atravessa o rio Reuss em Lucerna desde a Idade Média. 
Decorada com pinturas ao longo do interior, 
é uma das atrações turísticas mais populares da Suíça.






quinta-feira, 5 de novembro de 2020

... Estamos todos na fila...


Desconheço autoria


A cada minuto alguém deixa esse mundo para trás.
Não sabemos quantas pessoas estão na nossa frente.
Não dá para voltar para o fim da fila.
Não dá para sair da fila e nem evitá-la.

Então, enquanto esperamos nossa vez, 
façamos valer a pena, 
cada minuto vivido aqui nessa dimensão.
Tenhamos um propósito em nossa vida.
Motive pessoas.
Elogie mais e critique menos.
Faça uma pessoa se sentir um alguém ao seu lado.
Faça alguém sorrir.
Faça a diferença.
Faça amor. 
Faça com que as pessoas se sintam amadas.
Tenha tempo para você.
Faça pequenos momentos serem grandes.
Faça tudo que puder e vá além.
Viva !!!
Não tenha arrependimentos por tentado além do que devia, 
por ter valorizado alguém mais do que deveria, 
por ter feito mais ou menos do que podia.
Tudo está no lugar certo.
As coisas só acontecem quando tem que acontecer.
Releve, não guarde mágoas.
Guarde apenas os aprendizados.

Liberte o rancor.
Transborde o amor.

Doe amor.
Ame, mesmo quem não merece.
Ame, sem querer receber nada em troca.
Ame pelo simples fato de você vibrar amor e ser amor.
Mas ame-se a si mesmo antes de qualquer coisa.
Esteja preparado para partir a quaquer momento.
Você não sabe seu lugar na fila, 
então se prepare para deixar aqui apenas boas lembranças.
Nossas mãos vão embora vazias.
Não dá para levar malas, nenhum bem material.
Prepere-se diariamente para levar consigo, 
somente aquilo que tens guardado no coração.


quarta-feira, 4 de novembro de 2020

... Para descontrair ...


Uma funcionária de uma multi nacional, 
foi designada para ir fazer um curso na França. 
Ao se despedir do marido no aeroporto, perguntou a ele:
- Querido, o que quer que eu traga de especial para você. 
O marido muito engraçadinho disse:
Traga-me uma francesinha, amor.
Dois meses depois, na volta, 
o marido, depois dos cumprimentos, logo perguntou:
- E aí, como foi lá?
Trouxe minha encomenda?
- O que?
- A francesinha, meu amor.
E a esposa muito calmamente respondeu:
- Querido, fiz o que pude.
Agora vamos torcer para  nascer uma menina.


terça-feira, 3 de novembro de 2020

... Fábula ...



 Fábula de Esopo 
  escravo e contador de histórias que viveu na Grécia Antiga (620 a.C.- 560 a.C.)


Um viajante alugou um Burro de carga 
que o conduziria até uma distante localidade.
Mas, como o dia estava muito quente, 
com o sol brilhando de maneira intensa, 
o viajante resolveu antes de partir 
se refrescar e descansar um pouco, 
e para isso procurou abrigo sob a sombra do Burro.
Entretanto, como na sombra só dava lugar para uma pessoa, 
e como, tanto o viajante quanto o dono do Burro 
reinvidicavam para si aquele espaço, 
uma acalorada e violenta discussão surgiu entre ambos. 
E cada um se achava no direito 
de ter exclusividade para usufruir da sombra.
O dono defendia que ele alugara apenas o Burro 
e não a sua sombra. 
O viajante entendia que ele, ao alugar o animal,
 tinha direito a ambos, animal e sombra. 
A disputa passou de palavras para as agressões físicas, 
e enquanto ambos brigavam ferozmente, 
o Burro fugiu em disparada para longe.



Moral da História 
Muitas vezes por coisas banais, 
deixamos fugir de nós o que realmente precisamos.



... Vida ...


                                 Vicente Picarelliuu

Na natureza encontramos 
os mais diversos exemplos de valor à vida, 
numa dança sem fim de elementos, simples ou complexos, 
que atendendo a um propósito específico, 
dedicam o significado de sua existência 
para o bem-estar do meio ambiente 
e dos demais seres que nele habitam.
Tudo na natureza tem um propósito 
e se assim não fosse não haveria vida. 

A metáfora da lagarta,
que após um processo de metamorfose se torna borboleta, 
exemplifica bem este tema.
É difícil conceber que a fragilidade de uma lagarta 
e de sua total dependência do meio ambiente, 
em algum tempo, se transforma em uma borboleta, 
que além de bela tem o propósito de polinizar as flores 
e espalhar vida pela natureza. 

A lagarta não tem dúvida do que ela irá se tornar, 
simplesmente deixa a sua essência fluir.
Se tudo tem um propósito na natureza, 
porque a maioria dos seres humanos 
não consegue realizar o seu?
A pergunta é pertinente e sua resposta exige reflexão. 
O fato do ser humano ser infinitamente 
mais complexo que a lagarta 
invalida qualquer possibilidade de comparação. 
No entanto, a lagarta continua cumprindo o seu propósito 
e a maioria dos seres humanos não.
Ao abrir mão de um objetivo 
o ser humano o faz por medo. 
Medo de que não dê certo, de falhar, das críticas, 
de não ser aceito ou querido. 
E como diz Eckhart Tolle em seu livro O Poder do Silêncio,
 “todos os medos são medos de perder alguma coisa e, portanto, 
de se tornar menor, de ser menos”.
Como lidar com o medo, a mais primária das emoções?
Existem muitas respostas, 
mas as mais importantes 
são o autoconhecimento e a expansão da consciência.
Conhecer a si mesmo tem sido uma prerrogativa de poucos,
 porque a grande maioria não percebe 
que se não fortalecer suas próprias convicções 
estarão vivendo o sonho dos outros, 
uma forma de abrir mão da própria vida sem perceber.
Aprender, decidir, fazer e rever é o ritmo do aprendizado. 
Entender o por que você faz, como você se sente 
e quem você gostaria de ser já é o ritmo do autoconhecimento. 
Sua jornada termina 
somente quando você encontra a sua essência.
Não adianta você saber o seu nome, 
nacionalidade, cargo 
ou religião, estas informações 
só dizem respeito a sua identidade neste momento. 
Não significa, nem de longe, o propósito de uma vida. 
É preciso ir mais fundo.
Combater o medo é um começo promissor. 
Precisamos romper os padrões e crenças 
que aprendemos em nossa infância 
através da educação familiar, escolar e religiosa, 
que ainda forja os valores da sociedade 
e define os limites do que podemos ser.
Isto significa dizer que só com uma atitude consciente 
é possível transpor o muro erguido ao nosso redor 
e olhar com novos olhos 
para as possibilidades que existem do outro lado. 
A isto se dá o nome de expandir a consciência.
Coragem, confiança, relacionamento, abertura mental, 
curiosidade, comunicação, leitura, aceitação, 
liberdade e permissão, 
são alguns dos ingredientes do autoconhecimento 
que nos leva, ao longo de nossa existência, 
a conhecer o nosso propósito e viver a nossa essência.


segunda-feira, 2 de novembro de 2020

... A Borboleta e o Mestre ...



A lagarta e o mestre
                                                     Fernando Martins


No livro Ilusões, de Richard Bach 
(autor do famosíssimo Fernão Capelo Gaivota).
 tem uma frase que acho muito rica em significados 
que uma vez entendidos, podemos utilizar para nossa vida. 
Diz o autor: 
“o que para a lagarta é a morte, para o mestre chama-se borboleta”.
Veja a riqueza de sentidos. 
Temos aí uma primeira leitura da relação 
entre a lagarta e o mestre, dois estágios, 
cada um com sua capacidade de percepção.
 A lagarta se limita tão somente a sua existência 
sem perceber que sua existência na verdade 
é apenas uma fase de um existir maior.
 De larva a lagarta de lagarta à borboleta. 
Veja que ela não percebe o seu futuro sublime, 
limitando suas perspectivas.
A leitura do mestre, de nosso eu superior, 
tem visão mais ampla, enxergando todo o processo, 
nada acaba com a lagarta.
Aplicando em nossa vida, temos que nossa essência, 
é da ordem da nossa natureza mais íntima, 
ou seja, para nos sintonizar com ela, 
devemos mergulhar dentro de nós, 
bem como devemos ter em mente, 
que diante de qualquer situação negativa, 
devemos sintonizarmo-nos com nosso eu superior, 
pois é nele que encontraremos a amplitude de visão 
para resolver as questões que se apresentam.
Por vezes achamos que nossas vidas estão limitadas 
sem percebermos as várias possibilidades, 
as perspectivas que existem 
pelo simples fato de que não conversamos com nós mesmos, 
apenas se deixando levar pelos fatores externos, 
pelas críticas, pelos olhares dos outros, pelas opiniões alheias, 
sem em momento algum, escutarmos a nós mesmos, 
ao nosso mestre interior.
Ninguém melhor do que nós para saber de nossas possibilidades, 
basta nos ouvirmos.
 Cada ser é único e as respostas para todas nossas indagações 
terão sempre a melhor resposta.
Deixe brotar sua intuição, sua inteligência, sua percepção, 
só assim, estarás enxergando além da lagarta 
e percebendo que os percalços da vida 
não são tragédias, 
mas momentos de transformação 
para novas possibilidades de vida.
Experimente. 


domingo, 1 de novembro de 2020

... Mensagem diaria ...


                                                                   Mário Sérgio Cortella

Na vida, nós devemos ter raízes, e não âncoras. 
Raiz alimenta, âncora imobiliza. 
Quem tem âncoras vive apenas a nostalgia e não a saudade. 
Nostalgia é uma lembrança que dói, 
saudade é uma lembrança que alegra.