COMUNICADO IMPORTANTE


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quinta-feira, 3 de maio de 2018

... Resultado de meus exames ...


Muito simples e maravilhosa essa mensagem.
É para quem está triste, sentindo-se só, 
e mesmo em depressão.
Compreendi uma coisa muito rica com ela.
A depressão nos encosta, pela nossa maneira de agir.
Espero que ela consiga dizer para outras pessoas, 
o que disse a mim.
                                                        (Desconheço autoria - com adaptações)






Carpe Diem !!!



segunda-feira, 30 de abril de 2018

... Theremin ...

                                                   
 


Imaginemos um instrumento musical 
que é tocado sem que o músico o toque, 
sopre ou tenha algum contato físico com ele. 
Pode parecer estranho, mas ele existe mesmo 
e se chama Theremin. 


Lev Sergeivitch Termen (mais tarde Léon Theremin),
nasceu em 09 de agosto de 1896,
e faleceu em 03 de novembro de 1993. 
(Rússia)

 Lev  trabalhava para a KGB
 (Organização de serviços secretos da União Soviética).

Em plena Guerra Civil Russa, 
 andava às voltas com uma investigação
 patrocinada pelo governo russo
 em sensores de proximidade.
 Basicamente era um estudo
 sobre as interferências das mãos
 nos transmissores radiofônicos
 que alteravam as frequências 
e prejudicavam as comunicações.
  Dotado de uma sensibilidade 
fora do comum,  
Lev foi rodeado pela beleza sonora quase surreal
 que percebeu vindo de tão incomoda interferência.
 Tinha à sua frente dois osciladores 
(basicamente duas antenas de metal) de alta frequência 
por onde circulava a invisível corrente eléctrica,
 e quando aproximava a mão de uma das antenas,
 ao alterar a sua frequência,
 surgia misterioso e belo  som que o percorria, 
como um arrepio pela coluna, 
como uma corrente leve e agradável.
 Percebeu também, 
que com uma mão conseguia controlar a frequência
 e com a outra a amplitude, ou volume.
 Foi então que decidiu amplificar estes sons novíssimos 
e ligar o instrumento a uma coluna.
 Aí deu-se o êxtase.
Nascia o Theremin.

Não foi um sucesso comercial,
 mas fascinou e ainda fascina,
grandes  auditórios.

O Theremin 
 é um dos mais antigos instrumentos eletrônicos.

Foi criado 1919.

Lev passou sua vida fazendo 
equipamentos eletrônicos de espionagem para os russos,
 até que um belo dia, após ficar decepcionado com a guerra, abandonou a espionagem 
e resolveu se dedicar integralmente à sua paixão, 
o violoncelo e a música.
Nos meados do ano de 1920, 
Lev foi  para os Estados Unidos,
 onde adotou o nome de Leon Theremin. 
E foi esse nome que popularizou sua invenção.

Esse instrumento faz um tipo de ruído de interferência, 
que parece um gemido, 
mas em mãos sensíveis, essa interferência de rádio, 
tem um resultado belíssimo. 

Clara Rockmore, uma famosa tereminista,
 fez um tour para divulgá-lo, 
executando um repertório clássico 
em concertos ao redor dos Estados Unidos.

Os Theremins modernos não são mais caixonas enormes. 
Eles evoluíram em termos de design
 e reduziram seu tamanho,  
porém sua maior característica
 que é o seu peculiar som, permaneceu.

 O som do Theremin, faz parte dos filmes de ficção científica.  
Sabem um ruído que se ouve 
quando surge um disco voador na tela?
É do Theremim.

Vejam que maravilha também ...



domingo, 29 de abril de 2018

... Talvez ...

O texto dessa mensagem
tem sido creditado a Aristóteles Onassis.
Mas na realidade,
o texto é composto por  diversos pensamentos
do filósofo grego Aristóteles (384 a.C. - 322 a.C.). 




Talvez

Talvez eu venha a envelhecer rápido demais.
Mas lutarei para que cada dia tenha valido a pena.



 Talvez eu sofra inúmeras desilusões no decorrer de minha vida.
Mas farei que elas percam a importância
diante dos gestos de amor que encontrei.



 Talvez eu não tenha forças para realizar
todos os meus ideais.
Mas jamais irei me considerar um derrotado.



 Talvez em algum instante
eu sofra uma terrível queda.
Mas não ficarei por muito tempo
olhando para o chão.


 Talvez um dia o sol deixe de brilhar.
Mas então irei me banhar na chuva.



 Talvez um dia eu sofra alguma injustiça.
Mas jamais irei assumir o papel de vítima.



 Talvez eu tenha que enfrentar alguns inimigos.
Mas terei humildade para aceitar as mãos que se
estenderão em minha direção.



 Talvez numa dessas noites frias,
eu derrame muitas lágrimas. 
Mas não terei vergonha por esse gesto.



 Talvez eu seja enganado inúmeras vezes.
Mas não deixarei de acreditar que em algum lugar
alguém merece a minha confiança.



 Talvez com o tempo eu perceba que cometi grandes erros.
Mas não desistirei
de continuar trilhando meu caminho.



 Talvez com o decorrer dos anos eu perca grandes amizades.
Mas irei aprender que aqueles que
realmente são meus verdadeiros amigos nunca estarão perdidos.



 Talvez algumas pessoas queiram o meu mal.
Mas irei continuar plantando
a semente da fraternidade por onde passar.



 Talvez eu fique triste ao concluir
que não consigo seguir o ritmo da música.
Mas então, farei que a
música siga o compasso dos meus passos.



 Talvez eu nunca consiga enxergar um arco-íris.
Mas aprenderei a desenhar um,
nem que seja dentro do meu coração.



 Talvez hoje eu me sinta fraco.
Mas amanhã irei recomeçar,
nem que seja de uma maneira diferente.



 Talvez eu não aprenda todas as lições necessárias.
Mas terei a consciência que os verdadeiros
ensinamentos já estão gravados em minha alma.



 Talvez eu me deprima
por não ser capaz de saber a letra daquela música.
Mas ficarei feliz com as
outras capacidades que possuo.



 Talvez eu não tenha motivos para grandes comemorações.
Mas não deixarei de me alegrar
com as pequenas conquistas.



 Talvez a vontade de abandonar tudo
torne-se a minha companheira.
Mas ao invés de fugir,
irei correr atrás do que almejo.



 Talvez eu não seja exatamente quem gostaria de ser.
Mas passarei a admirar quem sou.


Porque no final saberei que,
 mesmo com incontáveis dúvidas,
eu sou capaz de construir uma vida melhor.
 E se ainda não me convenci disso,
é porque como diz aquele ditado:
 “ainda não chegou o fim”.
Porque no final não haverá nenhum “talvez”
e sim a certeza de que a minha vida valeu a pena
e eu fiz o melhor que podia.





Carpe Diem !!!